O "manto apostólico" lança a geração Júnia

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Nasceu a Geração dos Sonhos e precisamos aproveitar o tempo da visitação. Nossa Geração é privilegiada, pois os céus das nações estão abertos para o maior mover da história. Temos crido que esta é a hora mais propensa para mergulharmos no avivamento histórico e cheio de revelação. Nestes dias, nascerá a Geração Júnia, Apóstolas de Avivamento, para que possamos entender que tanto homem quanto mulheres têm legados de autoridade, para selarem uma geração com unção e vida de Deus.

Somos uma geração de privilégio mesmo, pois tantos líderes poderiam ter esta revelação, pois estavam à frente do seu século, e esses líderes não conseguiram romper os paradigmas que assaltaram a sua geração e não puderam consolidar uma multidão de Apóstolos contemporâneos tanto homem quanto mulheres.[...]

[...]O manto Apostólico é o direito de caminhar respaldado e reconhecido no mundo espiritual e trazer os resultados de uma colheita extraordinária, pois somos a geração da promessa e devemos velar pela palavra que já nos foi liberada: UMA COLHEITA ALÉM DOS LIMITES.[...]

[...]O Manto Apostólico é um sinal da cobertura, da vida salutar que estaremos palmilhando, pois desponta uma Geração dotada de autoridade, que nos levará a níveis maiores e nos colocará em lugares altos, uma Geração que recebeu do Senhor Jesus o legado de ser treinada na Lealdade, Fidelidade e Honra, para poder construir um novo tempo cheio de resoluções. Esta Geração pergunta e nós respondemos; somos a resposta desta Geração.[...]

Apóstolo Renê Terra Nova
Ministério Internacional da Restauração
Manaus/AM

Fonte: [
MIR ]



Antes de mais nada; geração Júnia? Apóstolas de avivamento?
De onde esse moço tirou isso?

Segundo o Sr. "Paipóstolo", eles são uma "geração privilegiada" mesmo, pois até então ninguém teve o "privilégio" de receber as extra-revelações específicas para o "maior mover da história". Uma destas "revelações" seria o surgimento de "apóstolas contemporâneas", a tal geração Júnia.

O que é mais difícil de engolir é que René utiliza um único texto bíblico (Rm 16:7) para justificar tal apostolado feminino. O pior é que o texto em si é bastante obscuro, sendo assim, impossível fornecer margem de fundamentação para alguma doutrina. Sem falar que o apostolado verdadeiro foi restrito à igreja primitiva e que o mesmo cessou após a morte do último apóstolo (João).
Clique aqui para um estudo mais aprofundado sobre os apóstolos


Vejamos o quão absurdo é esta afirmação da "geração Júnia":

“Saudai a Andrônico e a Júnias, meus parentes e companheiros de prisão, os quais são notáveis entre os apóstolos, e estavam em Cristo antes de mim”. (Rm 16.7).

Os defensores desta tese argumentam que Júnias é um nome feminino, e que a mulher com este nome era uma "apóstola", em pé de igualdade com Andrônico. Do ponto de vista dos defensores da ordenação feminina, a passagem prova que Paulo reconhecia que uma mulher pode exercer uma posição de autoridade sobre homens na Igreja apostólica. E se elas eram admitidas ao apostolado, obviamente o eram a cargos eclesiásticos, apóstolas, diaconisas e pastorado. Mas não é tão simples assim. Há várias questões relacionadas com a interpretação deste texto. A primeira questão depende da solução de um problema textual. Existem três variantes do nome Júnias nos manuscritos gregos de Romanos 16.7. As duas primeiras divergem quanto à acentuação da palavra Júnias no grego: (1) Iounia=n, que seria o acusativo de Iounia=j, (Júnia) masculino; (2) Iouni/an, que seria o acusativo de Iouni/a, (Júnia) feminino. A terceira variante é Iouli/an, que corresponderia ao feminino Júlia.

A segunda questão depende da interpretação da expressão "notável entre os apóstolos". Significa que Júnias era um dos apóstolos, já antes de Paulo, e um apóstolo notável? Ou apenas que os apóstolos, antes de Paulo, tinham Júnias em alta conta? As questões mencionadas acima são complexas, e sem respostas definitivas. Examinemos uma a uma.

1. JUNIA É MASCULINO OU FEMININO?

A variante melhor atestada, segundo o texto grego da UBS, 4a. edição (e de Nestle-Aland, 27a. edição), é Iounia=n , acusativo de Júnia, masculino (atestada pelos manuscritos ) A B* C D* F G P, embora sem acentos). A variante (Júlia) é fracamente atestada, aparecendo apenas no p46 e em algumas versões antigas.

Numa pesquisa feita por computador nos escritos gregos existentes desde a época de Homero (século 9 A.C.) até o século 5 D.C. foram achadas apenas três ocorrências do nome Júnias, além de Romanos 16.7. Plutarco cita uma irmã de Brutus, chamada Júnias; Epifânio, o bispo de Salamina em Chipre, menciona Júnias de Romanos 16.7 como sendo um homem que veio a ocupar o bispado de Apaméia da Síria; e João Crisóstomo se refere a Júnias de Romanos 16.7 como sendo uma irmã notável até mesmo aos olhos dos apóstolos. Os resultados são inconclusivos. Parece evidente que Júnias era nome tanto de homem quanto de mulher no período neotestamentário. O problema é que não sabemos em que gênero Paulo o usou em Romanos 16.7. Isto explica o surgimento de variantes divergindo na acentuação, e o surgimento da variante , que é claramente uma tentativa de resolver a ambigüidade. Se tivermos de tomar uma decisão, devemos dar mais peso à palavra de Epifânio, pois ele sabe mais sobre Júnias do que Crisóstomo, já que informa que Júnias se tornou bispo de Apaméia. Concorda com isto o testemunho de Orígenes (morto em 252 D.C.), que num comentário em latim à carta aos Romanos se refere a Júnias no masculino. Nomes gregos masculinos terminando em -aj não são incomuns, mesmo no Novo Testamento: André (Andre/aj , Mt 10.2), Elias (Eli/aj, Mt 11.14) e Zacarias (Zaxari/aj, Lc 1.5). Para alguns comentaristas, Júnias é a abreviação de Junianius, um nome masculino — mas não há evidências claras disto. A conclusão é que não podemos saber com certeza se Júnias era uma mulher — mais provavelmente era um homem. É por isto que a maioria das traduções modernas, onde possível, traduzem Júnias como masculino (e não Júnia, feminino).

Era Júnias um(a) apóstolo(a)?

Mais uma vez perguntamos, é possível termos uma resposta definida para a pergunta "era Júnias um(a) apóstolo(a)?" Gramaticalmente, a expressão "os quais são notáveis entre os apóstolos" (oi(/tine/j ei)sin e)pi/shmoi e)n toi=j a)posto/loij) tanto pode indicar que Andrônico e Júnias eram apóstolos, quanto que eram tidos em alta conta pelos apóstolos existentes. E mesmo que aceitemos que eram apóstolos, ainda resta o fato de que a palavra apóstolo no Novo Testamento é usada, não somente para os Doze, para Paulo, e para algumas pessoas associadas a ele, como Barnabé, Silas e Timóteo (cf. At 14.14; 1 Ts 2.6), mas para mensageiros e enviados (este é o sentido primário de a)po/stoloj) de igrejas locais, como Epafrodito (Fp 2.25) e uns irmãos mencionados em 2 Coríntios 8.23. Estes não parecem exercer governo ou autoridade sobre as igrejas locais, eram simplesmente enviados por elas. Portanto, se Andrônico e Júnias eram apóstolos, deveriam pertencer a este tipo de mensageiros das igrejas locais, com um ministério itinerante. Estes "apóstolos" não tinham autoridade de governo em igrejas locais; antes, eram enviados por elas para desempenhar diferentes funções como representantes ou emissários.

Em última análise, só podemos afirmar com certeza, a partir de Romanos 16.7, que, quem quer que tenha sido, Júnias era uma pessoa tida em alta conta por Paulo, e que ajudou o apóstolo em seu ministério. Não se pode afirmar com segurança que era uma mulher, nem que era uma "apóstola", e muito menos uma como os Doze ou Paulo. A passagem, portanto, não serve como evidência bíblica para a ordenação feminina no período apostólico. E essa conclusão está em harmonia com o fato de que Jesus não escolheu mulheres para serem apóstolos. Não há nenhuma referência indisputável a uma "apóstola" no Novo Testamento.

Fonte da análise: [ www.cacp.org.br ]

Portanto, esse negócio de "geração Júnia" para o surgimento de apóstolas contemporâneas não existe, é a mais pura invencionisse de pessoas que não tem conhecimento bíblico e que só interpretam a Bíblia da maneira que mais convém para seus próprios umbigos.

Cuidado com esses "apóstolos contemporâneos" que dizem ter revelações exclusivas de Deus. O Canon Bíblico já foi fechado, a Bíblia já está completa e Deus não autorizou a ninguém ficar acrescentando novas revelações extrabíblicas por aí. Cuidado povo!

Ruy Marinho
Fonte: [ Bereianos ]

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Idolatria evangélica a Israel: onde vamos parar?

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Os hebreus no Antigo Testamento eram conhecidos pela sua freqüente queda diante da idolatria. Era talvez o pecado no qual eles mais incorriam. E os evangélicos, esquecendo o Novo Testamento e as doutrinas mais básicas do Cristianismo, estão caindo num novo tipo de idolatria: a idolatria de símbolos judaicos e do Estado secular de Israel.


A arca da aliança está de volta, invadiu as igrejas evangélicas. Nosso povo tendente a superstição e preguiçoso para estudar, busca objetos sobre os quais possa apoiar sua fé. Isso é idolatria, e a idolatria é totalmente contrária ao culto em espírito e verdade que se espera dos cristãos. Isso sem falar na idolatria à outros símbolos judaicos, como a Menorah, o Shofar, e o culto à bandeira do estado secular de Israel, sendo que para nós cristãos, não existe mais judeu nem grego, todos são iguais diante de Deus. Vale mencionar também as excursões de evangélicos a Israel, muitas delas para participar de rituais de “fogueira santa”, e banhar-se no rio Jordão, como se suas águas fossem milagrosas, ou levar de lembrança um pouquinho de areia dos desertos. E claro, não se esqueçam do óleo ungido de Israel.

Até quando vamos cair nos mesmos erros? Será que os evangélicos ainda não entenderam que nós cristãos estamos sob a graça e não mais sob a lei? Será que ainda não entenderam que não somos judeus? Ligar-se ao estado secular de Israel de alguma forma, mesmo corrompendo o evangelho de Jesus, tornou-se uma obsessão dos evangélicos, deve ter até algum fundo patológico, devem se achar inferiores por serem cristãos, querem ser judeus, ter status de judeus sem serem judeus de fato. Então meus caros, se é assim, abandonem o Cristianismo e abracem o Judaísmo, circuncidem-se e sigam todos os rituais judaicos, é melhor isso do que continuar essa palhaçada idólatra. Escolham o que vocês desejam ser, cristãos ou judeus, e sejam leais a essa escolha. Cristão adora a Deus em espírito e em verdade, não precisa de objetos, sejam quais forem. Será que não conseguimos enxergar que tudo isso visa é perverter ainda mais o Cristianismo?

E não, não tenho nada contra judeus nem contra o Judaísmo, e essa idolatria evangélica de objetos judaicos, perverte também o verdadeiro Judaísmo, pelo menos no meu ponto de vista.

Existe até um site que comercializa réplicas pequenas e grandes da arca da aliança a preço de ouro, a que ponto chegamos…

“Agora a arca da aliança irá entrar, quando ela estiver entrando, vocês vão olhar para ela, se possível, tocar nela, e fazer um pedido, e Deus irá conceder o pedido que vocês fizerem.”

“Nesse momento eu estarei distribuindo réplicas da arca, vocês virão, só os que crêem, e irão pegar a arca com a mão direita. Levarão a arca para casa, deixarão de hoje até amanhã num lugar específico. E amanhã vocês devolverão a arca com uma oferta a Deus.”

Uma réplica grande, de metal, da arca da aliança, pode ser levada pra casa, pela módica oferta de R$ 10.000,00. A réplica média, pede uma oferta de R$ 5.000,00, e a menor, uma oferta de R$ 1.000,00.

Evidente que só podia mesmo ter interesse financeiro por trás disso, não é? Sempre quando existe distribuição de objetos de idolatria, há alguém ganhando dinheiro por trás. E ainda por cima esquecem que a oferta que agrada a Deus, é aquela feita com alegria e amor, não importando o valor, o que vale mesmo para Deus é a intenção do coração de quem está ofertando. E vender objetos para justificar ofertas suntuosas, é mercantilismo, os vendilhões do templo também voltaram. Quem será o primeiro a empunhar o chicote para expulsá-los?

Créditos: Andrea

Fonte: [ veSHAME gospel ]

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Viciados em Igreja? Realidade ou Mito?

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Hoje em dia nós ouvimos falar em várias igrejas famosas, nomes importantes de "pastores" que dizem ser milagreiros, curam desde um simples resfriado a um câncer de prostata que você nem sabia que tinha.


Podemos citar aqui o bom e velho Edir Macedo, com sua macumba gospel na IURD e o famoso RR Soares e suas "orações fortes". Esses são dois dos muitos exemplos de "drogas" que vem viciando e prejudicando o cristianismo durante os anos.

Porque "viciados em igreja"?

Pelo simples fato de que a pessoa fica presa a tal local para resolver seus problemas.

Imagine que você está desempregado, sem dinheiro e cheio de dívidas, ou está com uma doença gravíssima, derrepente você se depara com um enorme outdoor que diz: Venha para igreja X, todos os seus problemas serão resolvidos...blá blá blá...

Chamativo para quem está em desespero não?

Pois bem, esse circulo vicioso de solução dos problemas acaba criando um vício no qual a pessoa faz qualquer coisa para obter uma solução do problema, bem semelhante a qualquer droga, como crack, maconha, etc.

Induzidos pela fácil resolução, os "fieis" vão até o local TODA AS VEZES QUE TEM PROBLEMAS! O problema é que isso os torna incapazes de agir e de confiar em Deus, os torna inertes e irracionais, a ponto de apelarem para um curandeiro, ou um boacumbeiro, vidente ou seja lá qual aberração for.

Como consequência essas pessoas NUNCA tem libertação completa e NUNCA saem do vício, porque se sentem presas a "fulano que cura" a "beltrano que tem a solução" e cada vez que elas tem algum problema elas voltam e SE VICIAM NOVAMENTE, buscando atalhos e soluções rápidas para seus problemas como se Deus fosse um guru, um cara ao qual você puxa o saco e traz "oferendas" para obter "vantagens".

Mas porque pessoas são curadas?

Algumas pela misericórdia de Deus, para a Glória de Deus, mas se são livradas de um problema, logo são cobertas por outros e não conseguem sair porque ainda são meninos incapazes de agir e pensar por si mesmos, ou até entender que tudo tem um propósito e NÃO É OBRIGAÇÃO DE DEUS CURAR NINGUÉM!

Tal fato me lembra a passagem de Mateus 8:24...(acho q é essa)

Quando o mar se levantou contra os discipulos eles ficaram desesperados achando que iriam morrer, mas se esqueciam que Jesus Cristo estava com eles e nada de mau poderia lhes acontecer.

Tanto que eles acordaram Jesus e o mesmo acalmou a tempestade, mas eles foram chamados de homens de pouca fé, porque temeram mesmo estando com Cristo...

Talvez o homem seja movido pelo seu medo, medo de morrer, medo de ficar pobre, de passar fome, medo de pecado, medo de diabo... isso é bastante proveitoso para alguns "lobos", porque é facil manipular dessa maneira.

Mas usar isso como jogada de marketing para "chamar fiéis" para a igreja. É certo?
Errado, Deus não é obrigado a resolver problemas, não é psicanalista para estar de hora marcada numa igreja X ou Y. Deus age como ele quer.

O que eu digo é que se confiarmos em Deus e vivermos uma vida Cristã digna, seremos ligados somente a Jesus Cristo, e este por mais que pareça "dormindo" (para alguns Tomé's que só acreditam vendo), Ele enfrentará as "tempestades" conosco para que NUNCA MAIS voltemos a passar pela mesma coisa, e prossigamos nosso caminho de maneira reta.

Se você está lendo este texto e se identifica com um viciado em igreja, acredite: Apenas Jesus Cristo é capaz de lhe ajudar nas suas dificuldades e tormentos e mais ninguém tem a solução senão Ele.

Deus NUNCA vai te livrar de nenhuma responsabilidade e nenhum "aperto" porque ele é justo! Mas com Ele você vai devagar, mas vai bem além dos que buscam atalhos.

Deus abençoe vocês.

Fonte: [ Blog do Leco ] Via [ veSHAME gospel ]
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Bem no rim

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No mês passado esteve no Brasil aquele que, com movimentos rápidos e sutis, consegue derrubar qualquer um que apareça na sua frente. Não, não foi o Mike Tyson, ele ainda existe? Estou falando do mega-ultra-televangelista-super-sayajin-nível 4, Benny Hinn.

Ele que no início de sua carreira, quando telefonou para sua mãe para dar a notícia de que havia se tornado pastor, disse: “Mãe, tá sentada?”, “Claro meu filho”, “Então levanta pra cair!”. Pois é, esse é o Benny.

A princípio ele achou o povo brasileiro meio pra baixo, meio “caído”, mas logo percebeu que mesmo assim teria muito trabalho pela frente.

Hinn demonstrou bastante interesse pela música brasileira e afirma que já tem suas prediletas: “Cai, cai balão” e “Beber, cair e levantar”. Os que conseguiram ficar em pé durante a apresentação do showman afirmam que foi ótima!

Benny até deu algumas dicas para os fãs brasileiros. Quando perguntado sobre os poderes de seu paletó, respondeu prontamente: “graças a Deus, venho mantendo meu voto de não lavar aquele paletó há mais de 10 anos, desde que corri uma maratona de 20 km vestido com ele...” Tá explicado, Benny!

Uma mãe muito entusiasmada com o evento afirmou: "Benny é maravilhoso, derrubou meus três filhinhos." Ele ainda recebe elogios por isso? Quando eu derrubava alguém na escola, no máximo o que eu ganhava era uma advertência. Os tempos mudaram.

Em entrevista, o Papa Evangélico afirmou que ama fazer esportes. “Gosto de pára-quedismo, só para sentir a queda-livre.”

Apesar da fama que o pregador obteve no Brasil, teve quem não gostasse também. O lutador de vale-tudo Wanderley Silva afirmou: “Quem esse cara pensa que é? Sou 'duro na queda' e desafio ele. É só marcar a hora, o local e ‘cair’ pra dentro.” Aliás, como seria chamada essa nova modalidade de combate? Uma "Benny Rinha"?

Benny até tentou marcar a luta com Wanderley pela Internet, mas parece que teve alguns problemas porque sua conexão “cai toda hora”.

Já percebi que para ele a única coisa que permanece inabalável mesmo é a arrecadação. Cuidado Benny, um dia a casa cai!

Pra quem não ligou o nome à pessoa, senhoras e senhores, tirem as crianças da frente do pc... com vocês, Benny Hinn.




Fonte: [ Wander Ribeiro ] via [ PavaBlog ]
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Porque eu não seria evangélico

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..caso eu já não fosse um deles.

A cada dia me envergonho mais de ser um evangélico, e creio que grande parte seja causada pelo sentimento de vergonha alheia. Que fique bem claro que eu não me envergonho de ser um Cristão, de seguir o estilo de vida proposto pelo maior revolucionário de todos os tempos. Que se saiba também que eu não estou apostatando da fé, mas estou é desistindo, aos poucos de ser um evangélico, de seguir modelos ultrapassados, de receber continuamente um convite à alienação, e ver que a última coisa que se faz na maioria das igrejas evangélicas é cultuar o nome de Deus por intermédio do exemplo do Cristo.

Cito abaixo algumas rasões pelas quais, caso eu já não fosse um destes, eu não me tornaria um evangélico.

1. Porque não nos cansamos de pregar o mesmo evangelho da bênção, o mesmo evangelho da prosperidade, nos esquecemos do evangelho da compaixão, da caridade, nos esquecemos que a maior mensagem é a do amor. Aliás, até nos lembramos do amor, do insano amor ao dinheiro, e vamos enchendo nossos templos, inflando nossos egos e comprando mais e mais horários na tv e no rádio para anunciar ao mundo o nosso deturpado evangelho.

2. Porque os santos evangélicos abdicamos do exercício de nossa suposta santidade quando a coisa diz respeito a conviver com o diferente. Por que nós pregamos sobre a passagem do bom samaritano mas sempre nos comportamos como levita e o sacerdote omisso. Achamos linda a maneira com a qual Jesus realizava milagres entre prostitutas e leprosos, mas não conseguimos fazer o mesmo com os excluídos desse tempo.

3. Porque os evangélicos sabemos que para Deus não importa o lugar da adoração, se é em Samaria ou em Jeruzalém, mas continuamos a ensinar que para adorar de verdade tem que ser na igreja, com fundo musical com bastante glória e aleluia e ainda chamamos isso de verdadeira adoração.

4. Porque fazemos de nossos cultos verdadeiros shows, um espetáculo recheado de histerias, com direito a saltos, gritos, momentos intermináveis falando em línguas estranhas e ainda olhamos para quem não o faz como se ele fosse um estranho.

5. Porque sempre pregamos dizendo “Essa é uma verdade que a bíblia nos revela” quando queremos que deem atenção ao que estamos falando, mas no fim das contas quase nunca damos a devida atenção a Cristo que é a verdade revelada.

6. Porque usamos para símbolos de nossas igrejas sempre uma pomba, um foguinho, uma espada, uma sarça e coisas parecidas e esquecemos que o símbolo maior é a cruz, onde foi consumada uma história de dedicação pelo outro em amor, protagonizada por Jesus.

7. Porque somos sectaristas, não aceitamos o cristianismo dos católicos, não aceitamos o cristianismo das outras denominações e muitas vezes não aceitamos o cristianismo do irmão sentado ao lado de nós no templo.

8. Porque criticamos a idolatria aos santos, não conseguimos muitas vezes enxergar a arte nas esculturas e pinturas da ICAR. Mas além disso, nós mesmos somos muitas vezes os maiores idólatras, pois quando não exaltamos a Paipóstolos e bispos a torto e a direito, criamos modelos infalíveis de contato com deus e a esses modelos adoramos.

9. Porque teimamos, em nossa ilusão religiosa, em achar que há duas classes de pessoas, os bons e os maus, e que os bons são os que são parecidos conosco, e os maus todo o restante.

10. Porque cremos numa conversão que é expressa em abandonar memórias, acontecimentos prazerosos do passado, e mais ainda, transformamos toda e qualquer forma de prazer em pecado, e a cada dia vamos inventando pecados novos, vivendo na graça mas se deleitando na lei por detrás da moita. E nesse modelo de conversão nem mesmo nós sabemos ao certo do que estamos nos libertando.

E quem me dera se eu tivesse lido isso antes de levantar a mão e dizer aceito.

Fonte: [ Nilton de Freitas, no blog Not-lin ] via [ PavaBlog ]
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Campanha "tocando o manto sagrado"?

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[...]foi um momento onde as pessoas exerceram a sua fé. Na manhã do domingo (05), Bispo Rodovalho junto com a sua equipe de líderes, diáconos e pastores estenderam o manto sagrado e muitas pessoas passaram por ele fazendo uma alusão da campanha. “Quantos vieram para ter um toque de fé? Você só precisa disso para que o seu milagre seja liberado do céu”, disse Bispo Rodovalho[...]

Fonte: [ www.saranossaterra.com.br ]

Eu gostaria de saber do pessoal desta denominação: Aonde está na Bíblia base bíblica para utilização de um "manto sagrado" para ser um canal de benção e de fé entre Deus e o homem?

Exercer a fé através de objetos? Mas a fé não vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus (Rm 10:17)? A fé não é a convicção de fatos que se não veem (Hb 11:1)? Este conceito de fé pregado por esta denominação (e por muitas outras) está totalmente equivocado!

A Bíblia diz exatamente o contrário do que é ensinado por esta denominação:

"Temos, portanto, sempre bom ânimo, sabendo que, enquanto no corpo, estamos ausentes do Senhor; visto que andamos por fé e não pelo que vemos." 2 Co 5:6-7

"...visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé."(Rm 1:17)

Para um estudo aprofundado sobre o assunto, clique aqui!

Autor: Ruy Marinho
Fonte: [ Bereianos ]

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Não sei... Cora Coralina

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Não sei... se a vida é curta...

Não sei...
Não sei...
se a vida é curta
ou longa demais para nós.

Mas sei que nada do que vivemos
tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo:
é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira e pura...
enquanto durar.

Cora Coralina
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Resultado enquete "qual igreja você frequenta".

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Nos últimos três meses fizemos aqui no Blog uma enquete perguntando "qual igreja você frequenta". Foram mais de 400 votos de pessoas, que frequentam diversas denominações ou não frequentam nenhuma. Segue abaixo o resultado final:

Assembleia de Deus = 117 (29%)
Igreja Batista = 72 (17%)
Igreja Presbiteriana do brasil = 31 (7%)
Igreja do Evangelho Quadrangular = 12 (2%)
Igreja Metodista = 10 (2%)
Igreja Presbiteriana Independente = 7 (1%)
Congregação Cristã do Brasil = 6 (1%)
Igreja Adventista = 6 (1%)
Igreja Luterana = 5 (1%)
Caminho da Graça = 4 (0%)
Igreja Presbiteriana Renovada = 4 (0%)
Sara Nossa Terra = 4 (0%)
IURD = 4 (0%)
Igreja de Deus = 3 (0%)
Renascer em Cristo = 2 (0%)
Videira = 2 (0%)
Igreja Católica = 2 (0%)
Fonte da Vida = 1 (0%)
Deus é Amor = 1 (0%)
Luz para os Povos = 0 (0%)
Outras Igrejas = 82 (20%)
Nenhuma = 26 (6%)

Ficamos felizes pelo grande fluxo de pessoas que vem acompanhando este Blog. É muito gratificante para nós, pois vemos que estamos no caminho certo para atingir o nosso objetivo que é alcançar o maior número possível de pessoas (Cristãs ou não) de diversas denominações, para divulgar o conteúdo dos "Bereianos".

Agradecemos à todos que acessam nosso Blog e deixamos aberto o espaço para sugestões, críticas e colaborações, fiquem a vontade.

Aos nossos parceiros que sempre divulgam o Blog, bem como colaboram com as diversas postagens deste blog, enviadas por e-mail ou copiadas de outros blogs e sites, deixamos o nosso muito obrigado, contem conosco também para tudo.

Grande abraço a todos, em Cristo!

Ruy Marinho - Blog Bereianos
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Marketing para igrejas: usurpando a glória de Deus

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Por Leonardo G. Silva - Th.M.


Faz já algum tempo que ouvi uma palestra sobre crescimento de igrejas através do marketing. O expositor, Kevin Ford, falava das empresas seculares e das igrejas evangélicas para as quais ele havia prestado serviço de consultoria, fazendo modificações que variam desde a estrutura do templo, luzes e som, liturgia e até o tipo de pregações e o modo de ministrar a Palavra: tudo visando o aumento numérico, e a satisfação dos clientes, digo, fiéis.

O amigo Danilo, em um comentário no blog da CNBC que acabou virando post aqui no blog, enfatiza a essência do evangelho, que é loucura para os homens. Paulo assim dizia: “nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos” (1Co 1.23). Esse é o nosso kerigma, o nosso evangelho, a nossa religião: Ela é escândalo e loucura, e mudar isso significa privar o evangelho daquilo que ele é, transformando-o em algo que ele não é. Como disse o Danilo, é mudar o produto!

As agências de marketing igrejeiro, que já possuem ampla aceitação nos E.U.A., estão chegando por aqui também. Os pressupostos são os mesmos usados na outra américa: o velho pragmatismo. Não importa o método utilizado, e sim os resultados. Literalmente, vale tudo para atrair novos “fiéis” para a sua empresa, ops... digo, igreja.

O site da AMEN - Associação de Marketing Evangélico Nacional - é um vivo exemplo de como essas empresas trabalham, e de quais são as suas convicções: “Quem se diferenciar, não importa aonde, (eventos empolgantes, culto dinâmico, igreja atraente) com certeza irá ganhar com a migração e a conquista de muitos fiéis”. Destaque especial para palavra “migração”, que nada mais é do que o fluxo dos membros de uma igreja para a outra, a famosa pesca no aquario. Como se consegue a adesão desses fiéis? Com uma igreja atraente! Substitua a loucura do evangelho por pregações do tipo auto-ajuda; troque a velha e tradicional bandinha por um conjunto Pop; ofereça todo tipo de entretenimento possivel aos seus fiéis; nunca, e sob nenhuma hipótese, fale acerca do pecado ou enfatize a necessidade de arrependimento para a salvação; aliás, evite falar em salvação: essa palavra costuma escandalizar as pessoas...

Ainda no site da referida empresa, afirma-se que “o objetivo da igreja é converter pessoas. Para isso essas pessoas primeiro têm que ir até lá, se tornando necessário para as igrejas criar atrativos para isso”. Nem precisa ser teólogo para refutar isso. Esses caras estão negligenciando completamente o mandamento de IR por todo mundo e pregar o evangelho (Mc 16.15). Como nós mudamos a Grande Comissão! Jesus mandou que fossemos ao mundo, e nós queremos que o mundo venha à igreja. Aliás, deixe eu aclarar pela milhonésima vez que igreja não é templo, e sim o corpo místico de Nosso Senhor Jesus Cristo. Chamar os prédios onde nos reunimos para congregar, de templos e querer associá-los ao Templo do A.T. é uma heresia ridícula. O Templo do Senhor somos nós (1Co 6.19; 2Co 6.16), e não as paredes luxuosas algum edifício (At 7.48; 17.24). Jesus não ordenou que os pecadores venham a igreja (prédio), e sim que a igreja (nós) vá até os pecadores.

Por último, deixe-me falar acerca da salvação. A salvação, biblica e teologicamente, sempre foi um ato de Deus. Jesus disse: “Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último Dia” (Jo 6.44). É Deus quem atrai! E é mais: ninguém se converterá a Cristo, sem antes atender aos apelos do Espírito Santo em seu coração, pois é somente ele quem convence o homem do seu pecado (Jo 16.8). Sendo assim, seria uma ignorância muito grande dizer que alguém foi salvo graças às estratégias de marketing. Isso é usurpar a glória de Deus. O marketing igrejeiro pode até resultar na adesão de clientes, mas não na multiplicação de fiéis. A salvação pertence ao Senhor! (Jn 2.9).

Soli Deo Gloria

Autor: Leonardo G. Silva
Fonte: [ Púlpito Cristão ]
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Clínica da (des)alma

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Clique na imagem para ampliar


Fonte:[ Nani e a Teologia ] Via: [ Púlpito Cristão ]

Alguns temas desta "clínica":

- Como liberar seu potencial aprisionado.
- Saia das circunstâncias emocionais e nas regiões espirituais na qual seu espírito ficou aprisionado.
- Saiba como romper com o roubo de energia vital.
- Maximinizar sua liderança e obter ótimos resultados.
- Fundamentos Bíblicos para cura interior.
- Fundamentos Bíblicos para quebra de maldições.
- Unção dos pontos de energia.

Tudo o que se deve esperar de um evento neopentecostal (místico ao extremo) você encontra nesta clínica da (des)alma. Tem quebra de maldições e cura interior, maximização de liderança para "ótimos re$ultado$" e também uma tal de "unção dos pontos de energia". Para quem já participou de algum encontro do G12 ou similar, vai se identificar bastante com tais práticas. O palestrante é líder do chamado "avivamento extravagante", aquele mesmo dos "dentes de ouro", "ouro em pó", etc... (clique aqui para ver).

Com certeza as palestras serão bastante "motivacionais", afinal, vão por a culpa de tudo nos antepassados e no diabo, motivando as pessoas a acreditar nisto através de versículos bíblicos distorcidos, levando as mesmas a crer em uma abstenção de responsabilidade pessoal pelos próprios erros.

Eu ein... Não, obrigado. Prefiro o Evangelho verdadeiro e Bíblico, aquele que me fez reconhecer que sou simplesmente um pobre e miserável pecador, culpado de todos os meus erros pessoais, não merecedor de ser salvo, porém salvo pela exclusiva e amorosa Graça de Deus, regenerado, perdoado, lavado e remido pelo Sangue de Cristo vertido na cruz, em processo contínuo de santificação e que eu mesmo, como Cristão conhecedor da verdade do evangelho, prestarei contas à Deus pelos meus próprios atos (Rm 14:12). Não preciso de nenhuma quebra de maldições hereditárias, cura interior ou qualquer outra prática mística que venha a anular a obra completa e suficiente de Cristo Jesus em minha vida.

Ruy Marinho
Fonte: [ Bereianos ]

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