Cheios de presunção!

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A cada dia, aumenta a vergonhosa atuação de líderes, irresponsáveis e cegos pela carnalidade, necessidade de enriquecimento fácil, rápido e...... cheios de presunção. Estes, somente, querem desfrutar dos seus altos salários, providos pela sua fé, não em Deus, mas na fé de suas ovelhas, que produzem, muitas vezes, o seu ganha-pão, com muito.....muito suor, através de horas extras, para prover o sustento da sua Família. Estes são, os verdadeiros salteadores e vendilhões no templo.

É inadmissível, mas é sempre encontrado nos púlpitos, ora transformados em palcos, por homens, que se proclamam e se exaltam diante de Deus, como seus servos, com pastores, como bispos e pretensos apóstolos, consagrados por sí mesmo, em suas reuniões secretas, e com certeza, por bajuladores de carteirinha assinada.

A igreja está cheia destes indivíduos que proliferam como insetos. E, por falar em presunção, muitos necessitam de automóveis blindados e seguranças. Deixaram de ser luz no mundo para serem "estrêlas" nos palcos.

A prosperidade está sendo vendida barato, por ser a mesma, necessária a quem somente busca os eventos carnais, com resultados momentâneos e de riqueza fácil.

A verdadeira prosperidade, está na oportunidade de recebermos a salvação através de Jesus Cristo - o único e suficiente Salvador, pois, a própria Palavra de Deus, nos garante a satisfação de estarmos, providos por todo o tempo, em que vivermos nesta Terra, de uma alegria insubstituível, por qualquer produto fabricado pelo homem, ou qualquer que seja a fortuna adquirida.

A riqueza pregada e angariada, por tais pastores, ou líderes, é resultado da falta de serem apenas servos, pois, estão cegos e sem o Espírito Santo para a sua orientação. Possuem sim, o sentimento, com base em seus anseios e necessidades para uma vida esbanjada e não como está explicada em Mateus 6:19: Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;

Enquantos estes líderes, ajuntam suas riquezas, e assim, ensinam, observemos que a fortuna do crente verdadeiro, segue como está em Mateus 6:20: Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam.

E também em Lucas 12:33: Vendei o que tendes, e dai esmolas. Fazei para vós bolsas que não se envelheçam; tesouro nos céus que nunca acabe, aonde não chega ladrão e a traça não rói.

Onde está a sua prosperidade? Onde está o seu depósito? Onde está o seu coração?

O menor de todos.

Autor: Pr. Newton Carpinteiro
Fonte: [ Blog do autor ]

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O pastor tem "gato net"


Por Renato Vargens

Ontem fiquei sabendo da história de uma igreja que colocou um "gato" na energia elétrica com a desculpa de que não possui condições financeiras para pagar a conta. Há pouco soube de um pastor que fez o famoso "gato net" na sua casa, a fim de desfrutar das benesses da internet.

Pois é, Infelizmente nossa sociedade encontra-se tão adoecida, que para atingir os seus objetivos se faz "qualquer negócio" Na verdade, parece que vivemos debaixo de uma síndrome, onde o que é importa é prevalecer sobre o outro, independente de que pra isso precisemos atropelar conceitos, princípios e vidas.

As vezes tenho a nítida impressão que somos um país de otários, onde a corrupção além de edêmica, tornou-se génerica. Para piorar a coisa, os evangélicos que deveriam lutar em favor da ética e da moral, definitivamente romperam com a decência e os bons costumes. Um outro exemplo claro disto é a quantidade impressionante de "irmãos" que vendem, compram e comercializam produtos piratas. Nas grandes cidades é absolutamente percepitvel encontrarmos nossos "irmaozinhos" ganhando a vida vendendo nas esquinas CD´s e DVD´s falsificados, até porque, para estes, os fins sempre justificam os meios.

Caro leitor, como cristãos somos desafiados a não vivermos segundo as regras deste sistema. De maneira alguma podemos permitir que valores antiéticos e amorais conduzam nossas vidas.

Na perspectiva bíblica jamais nos será permitido negociarmos o inegociável, nem tampouco, instrumentalizarmos as pessoas com vistas ao nosso sucesso pessoal. Os pressupostos do reino nos motivam a vivermos uma vida justa, reta e equânime, onde nem sempre venceremos.

Pense nisso!

Renato Vargens
Fonte: [ Blog do autor ]

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Pluralismo e intolerância

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A palavra pluralismo representa muitas coisas no contexto pós-moderno. Pode significar apenas diversidade de opiniões ou coexistência lado a lado de posições antagônicas. No entanto, com frequência ela expressa tanto um desprezo pela existência de uma verdade absoluta como a rejeição de posições absolutas. No seu aspecto mais cruel ela indica uma falsa visão de tolerância, que se revela intolerante para com a fé cristã.

A origem do termo pluralismo é geralmente colocada no início do século 20, criado por um filósofo judeu, Horace Kallen (1882-1974), que tinha bastante orgulho de sua linhagem judaica.[1]

Preocupado com a preservação de suas convicções e com as pressões sofridas por imigrantes, ele levantou a questão da sobrevivência de uma cultura minoritária, no meio de muitas outras, como sendo um fator positivo ao progresso do mundo.


Ao longo dos anos e, principalmente, ao entrarmos no final do século 20 e início deste século, o pluralismo foi se abrigando no pós modernismo, aventando a possibilidade de verdades contraditórias entre si coexistirem pacificamente. Isso significa que proponentes de alguma convicção não deveriam tentar impor a sua visão sobre as demais persuasões, ou pessoas. Nesse sentido pós-moderno, o pluralismo representa um descaso pela existência de uma verdade, pois princípios ou preceitos absolutos não poderiam existir, ou não deveriam ser asseverados ou defendidos por ninguém.


Na realidade o termo tem várias definições e aplicações, por exemplo: pluralismo político, pluralismo filosófico, pluralismo cultural, pluralismo científico, etc. Em cada um desses aspectos o significado é diferente e, como cristãos, temos que nos posicionar adequadamente, mas igualmente de forma diferente a essas vertentes.


Pós modernismo


O pós-modernismo tem sido definido, por vezes como a filosofia da nossa era, mas na realidade não é uma filosofia, em si (e nem uma teologia). O termo representa uma persuasão que questiona as definições e limites que considera simplista, nas proposições da era moderna.[2] É mais um tipo de atitude, encontrada nas mais diversas correntes de pensamento contemporâneo, que, ressaltando a complexidade das diferentes posições filosóficas ou teológicas, se esquiva de permitir que um conjunto de convicções prevaleça sobre outros.


Nesse sentido, uma mente pós-moderna, é representada por:


  • Aquela pessoa que, como o rei Agripa (Atos 26.28), diz: "por pouco me persuades...", mas, adicionaria a isso: “como verdades conflitantes podem coexistir pacificamente lado-a-lado, fico na minha e você na sua”.
  • Aquela pessoa que tem a consciência cauterizada pela convivência continuada com o erro e pela prolongada falta de ênfase em absolutos e em verdades universais.

  • Aquela pessoa que tem a sensibilidade distorcida pela freqüente exposição à pecaminosidade da era e já não se choca mais com descalabro algum, por maior que seja o pecado apresentado, mas aceita tudo como parte de uma sociedade pluralista e multiforme. Essa sociedade é encarada por tais mentes como não apenas uma realidade inexorável, mas uma forma desejável de existência.


Como cristãos, deveríamos constatar como essa rejeição à persuasão vai contra a obrigação à conversão, à mudança de vida. Como a acomodação ao erro, vai contra a santidade requerida do servo de Deus. E como a repetida acomodação leva à perda dos objetivos de vida e da glorificação a Deus, que é o propósito máximo da nossa existência. É nesse contexto de um mundo carente por convicções, que somos chamados a entender o pluralismo e a sermos persistentes proclamadores das verdades de Deus!

Pluralismo religioso


O pluralismo religioso é a posição que afirma a igualdade e propriedade de todas as religiões. Nenhuma religião poderia se posicionar como sendo a verdadeira e, assim, todas devem ser não somente estudadas, mas aceitas como legítimas expressões de fé. A sinceridade dos participantes é o que contaria e cada um definiria Deus ou a divindade a seu próprio modo.


Esse tipo de pluralismo é mortal para a alma e não deveria encontrar abrigo no pensamento do cristão. Afinal, Jesus declarou (João 14.6) que ele é “o caminho a verdade e a vida; ninguém vem ao pai senão por mim”. A religião cristã é exclusivista, por natureza e isso deve ser apresentado e defendido sem apologias.


No entanto, o mundo subsiste em pluralismo religioso e, surpreendentemente, essa aceitação de um pluralismo religioso não está presente somente naqueles que identificamos como descrentes. Há muitos anos, havia uma expressão na boca do povo: “todo caminho dá na venda”. Normalmente era utilizada quando alguém começava a falar em religião e significava que, independentemente da sua fé, um dia você chegaria a Deus. Era também uma forma de evitar tentativas de pregação da Palavra.


O fato é que muitos cristãos têm sido persuadidos não pela Escritura, mas por essa visão pós moderna. Muitos, em nossas igrejas, acham que Deus terá de honrar a sinceridade de uma tribo remota, por exemplo, e que Ele não será justo em condenar índios às penas eternas, pois haverá “alguma luz” na religião pagã praticada por eles. E existem posições ainda mais pluralistas. Por exemplo, um site, chamado “Centro para o cristianismo progressivo”, apresenta as seguintes idéias:[3]


  • Presumir que a Bíblia é a última palavra em matéria de religião não fará nenhum sentido aos seguidores de outras religiões. Afinal, todas possuem os seus textos sagrados e proclamam possuir a verdade.

  • Insistir na exclusividade da fé cristã é “chauvinismo religioso”.

  • Os trechos bíblicos do evangelho de João, nos quais Jesus se coloca como “Eu sou” o único caminho, são meras expressões poéticas. Jesus era um místico e ele está apenas expressando uma experiência mística, na qual ele se liberta do seu ego e de sua personalidade, experimentando a Deus, como única realidade.


Não é isso que a Bíblia ensina. Mais uma vez, João 11.25-26 traz as palavras de Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá, eternamente. Crês isso”? Cristo demanda uma tomada de posição da parte das pessoas. È por isso que é correta a pregação do evangelho; a persuasão (Paulo “arrazoava” e “persuadia” a seus ouvintes: Atos 17.2 e 4); a conclamação ao arrependimento (Atos 17.30); é tarefa de todo cristão. É por isso que enviamos missionários, preparamos pregadores, evangelizamos em nossas igrejas; e consideramos necessitados da salvação aqueles que colocam suas esperanças e fé em imagens, em pessoas, em amuletos, em animais, em astros e em tantas outras coisas e situações, como nos avisa Romanos 1.18-32. Quando o crente defende a verdade da Bíblia, a verdade de Deus, ele não está sendo intolerante, mas simplesmente honesto e fiel à verdade, e deve fazer isso com a melhor das intenções, desejando esclarecer e não enganar as pessoas.

Pluralismo cultural


O pluralismo cultural é a coexistência, em uma sociedade, ou nas diversas sociedades da humanidade, de variações diferentes da cultura – algumas apresentando diferenças marcantes, por vezes presente em minorias. Numa sociedade pluralista essa coexistência ocorre com um mínimo de conflitos, e com razoável tolerância, uns pelos outros. Foi nesse sentido que Horace Kallen cunhou o termo pluralismo.[4]


O pluralismo cultural, em um certo sentido, não é antagônico ao ensino cristão A Bíblia ensina verdade absoluta e proclama exclusividade de orientação religiosa. Mas isso não quer dizer que não existe verdade, ou algo a ser apreciado fora da Bíblia. Afinal, o mundo é de Deus (Salmo 24.1 e 2). A teologia da reforma tem sempre ensinado que toda verdade, é verdade de Deus. Existem, na variedade das culturas, muitas coisas de mérito a serem apreciadas e preservadas. Por exemplo, o dito de Confúcio: “não façais aos outros, o que não quereis que eles vos façam”, é certamente verdade e análogo ao ensinamento bíblico de Lucas 6.31 (apesar de podermos verificar com facilidade a superioridade do ensinamento bíblico – que enfatiza o aspecto positivo de “ir e fazer”, em vez do aspecto negativo, do “não fazer”).


No entanto, a apreciação cultural do cristão nunca poderá ser acrítica (sem confrontá-la com o que a Bíblia diz, com os ensinamentos de Deus). Paulo, escrevendo a Tito (1.10-16), diz que ele tem que se colocar contra a cultura de Creta, ou seja, ele não podia pacificamente aceitar o pluralismo cultural, nos pontos onde ele entraria em contradição com princípios e ensinamentos da Escritura. Semelhantemente, nós brasileiros, não podemos aceitar o “jeitinho” como uma expressão cultural legítima, pois via de regra, esse “jeitinho” não quer dizer apenas flexibilidade ou adaptabilidade, mas ele representa quebra de valores, princípios ou regras, para se atingir um fim.


Mas a Bíblia nos ensina a amar os nossos inimigos, e até os que nos perseguem (Mateus 5.43-47). O cristianismo pode, portanto, certamente coexistir com outras culturas, mas sempre identificará os aspectos culturais que devem ser reprovados ou corrigidos, de acordo com os absolutos de Deus (como Paulo fez, ao alertar a Tito, sobre os aspectos culturais que deveriam ser combatidos e corrigidos, em Creta).


Pluralismo filosófico


O pluralismo filosófico é irmão gêmeo do pluralismo religioso e, portanto, eivado de perigos. Rudolf Carnap (1891-1970) filósofo alemão, naturalizado norte-americano, em um ensaio, chamado Princípios de Tolerância, no qual firmava os alicerces do pluralismo lógico, escreveu: “Na lógica, não existe moral. Cada um tem a liberdade de construir a sua própria lógica”.[5] Note a apresentação de que não existe uma posição lógica, mas muitas. Não existem absolutos; consequentemente, não existe verdade universal – o que é verdade para mim, não é verdade para você. Aliás, uma expressão bem contemporânea, é “a minha verdade, não é a sua verdade”. Verifique, também, que tudo isso é abraçado em nome da tolerância.


Veja, também, o entrelaçamento do pluralismo filosófico com o pluralismo religioso. Em 11 de março de 2003, o famoso entrevistador de “talk show”, Larry King (da rede CNN), recebeu alguns teólogos, filósofos e personalidades, exatamente para explorar a convivência plural com pessoas de persuasões diferentes. Um dos entrevistados foi o pastor John MacArthur. Larry King defendia a cosmovisão dos muçulmanos, como sendo igualmente lógica, coerente e legítima. A bandeira da tolerância é, mais uma vez, brandida, para que não haja essa situação incômoda e politicamente incorreta da conversão. Note, nesse trecho da entrevista, como John MacArthur responde a ele, com sabedoria, sem comprometer um milímetro das verdades cristãs:[6]

  • KING (falando de uma personalidade muçulmana): Ele ora cinco vezes por dia. Ele acha que isso está certo. Ele deve estar orando a algo (ou alguém)...

  • MACARTHUR: Bom, infelizmente ele ora ao Deus errado. Existe apenas um único Deus vivo e verdadeiro, e esse é o Deus da Escritura. O Deus Pai do Nosso Senhor Jesus Cristo. E se você não ora a esse Deus, você ora a ninguém.

  • KING: Mas ele não crê nisso. Como você lida com isso? A crença dele é tão forte quanto a sua.
    MACARTHUR: Você pode crer que pode voar e pular de um prédio de cinco andares. Mas isso não torna a sua crença em realidade. Infelizmente, a religiosidade falsa, é a mentira fatal…

  • KING: O mundo dos muçulmanos é todo falso?
    MACARTHUR: Bem, a teologia do islamismo é falsa. O deus é o deus errado. A visão que têm de Cristo é falsa.


Devemos pedir a Deus sabedoria semelhante para responder a esse tipo comum de questionamento (Tiago 1.4-8).


Grande parte dos articulistas da mídia é filosoficamente pluralista. Sempre proclamam tolerância e indicam que as posições individuais não devem ser questionadas. No entanto, observa-se um fenômeno muito interessante com relação ao cristianismo, mas que não deveria nos surpreender. Eles se ofendem muito com a proclamação da fé cristã. Paulo já nos alertava disso em 1 Coríntios 2.14-16. Assim, as “coisas espirituais”, as “coisas do Espírito de Deus” são consideradas “loucura”. Eles não têm, nem podem ter “a mente de Cristo”, sem a conversão. Por isso, enquanto proclamam tolerância, são tão intolerantes.


Não é raro vermos, nas revistas, ataques aos evangélicos ou textos que colocam os crentes em uma posição ridícula. Por exemplo, um ensaio do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, há alguns anos, fez troça dos que oram e lêem as Escrituras todos os dias e têm “Jesus sempre no coração” e ridicularizou a fé, os candidatos evangélicos e as expressões de fé pessoal, na campanha política.[7] Os tolerantes, se apresentam nessas questões totalmente intolerantes. O pluralismo só é válido para conservar a fé cristã fora do dia a dia das pessoas.


Em outra controvérsia, o jornalista André Petry, conhecido por seus textos beligerantes contra os evangélicos, ridicularizou o ensino do criacionismo, como visão alternativa ao evolucionismo, coerente com a fé cristã, por escolas cristãs.[8] Muitas vezes, todos os evangélicos são colocados em uma vala comum com seitas neo-pentecostais, as quais, com suas práticas místicas, supersticiosas e materialistas, proclamam, na realidade um outro evangelho, estranho à Palavra de Deus.[9]

Conclusão


O pluralismo traz várias ameaças à fé cristã, especialmente em duas situações: primeiro, quando cristãos absorvem o pluralismo religioso e perdem a identidade de sua fé, o cerne de sua mensagem, a razão de sua existência. Falando a pluralistas religiosos como os de hoje, que queriam introduzir doutrinas estranhas e negar a ressurreição de Cristo, em 1 Coríntios 15, Paulo raciocina em cima das premissas deles, demonstra que são fundamentos falsos e diz, que se o que ensinam é verdade, “somos os mais infelizes de todos os homens”(14, 17, 19), é vazia nossa pregação, é vazia nossa fé. Segundo, quando os pluralistas e supostos “tolerantes”, se mostram violentos, injustos e totalmente intolerantes para com a verdade que incomoda e fere (mas que redime). Devemos orar a Deus para que nos livre de ambas as situações.


No entanto, o próprio pluralismo pode oferecer oportunidades para a apresentação do evangelho. Aperte os pluralistas dentro de suas próprias premissas. Uma dos conceitos que mais prezam é quanto a existência do “contraditório” – dentro da noção de que as múltiplas vertentes é que construirão o conhecimento. Aproveite essas ocasiões e coloque o seu lado, o lado do evangelho, as verdades de Deus. Insista para que você possa apresentar “o contraditório” – a simples aceitação disso já revelará que há contraste, que há diferença, que há verdade e mentira, luz e trevas, salvação e perdição. Paulo fazia isso, façamos nós, também.


Solano

Notas:
[2]John Feinberg, Contemporary Theology II – Lecture 21, Institute of Theological Studies, (Grand Rapids: Outreach Inc., 1998). Aulas em fita cassette, de ensino a distância.
[7] Revista Veja, “E Depois Terceiro Mundo Somos Nós?”, por Roberto Pompeu de Toledo (No. 1637 – 23 de fevereiro de 2000) 158
[9] Diogo Mainardi – VEJA 1713 – 15.08.2001 - http://veja.abril.com.br/150801/mainardi.html , acessado em 06.06.2009.

Autor: Solano Portela
Fonte: [ O Tempora, O Mores! ]
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Recursos do homem e recursos de Deus

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Por Pr. Sérgio Luiz Menga

Este versículo que lemos, é de grande valor para as nossas vidas nos dias de hoje, como o foi nos tempos passados quando estas palavras foram pronunciadas. Nestas palavras encontramos a essência de Deus, a verdade de Deus e o poder de Deus.

Temos aqui para nós, assim como foi para Moisés, a chave para uma vida bem sucedida na “fé”. A nossa vida diária depende de entendermos claramente a verdade aqui contida; a nossa vida espiritual e o nosso chamado, depende de experimentarmos o poder destas palavras.

Quando cantamos: “Rompendo em fé”, será que realmente sabemos o que estamos cantando? Será que sabemos realmente como romper em fé?

Vamos entender primeiramente como a “fé” opera em nós e através de nós, apenas compreendendo o seguinte: em Mateus 9:38, Jesus disse: “Rogai, pois, ao Senhor da Seara que mande trabalhadores para a sua seara”. O próprio Senhor Jesus, deu a chave para a oração que Deus responde, lembram-se?

“...que tudo quanto pedirdes ao Pai em Meu nome, Ele vo-lo conceda.” João 15:16 e em Marcos 11:24 “Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco.” Também em 1 João 3:22 diz: “e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável.”

Quando a oração que fazemos é aquela oração que vem do coração de Deus, é certo que haveremos de receber, portanto, temos um povo que ora, um Deus que responde e trabalhadores que aceitam o chamado para servir a Jesus. Entretanto, temos igrejas que não enviam por falta de recursos ou porque algum homem tem um projeto mais importante que os projetos de Deus para a salvação dos perdidos.

É fácil ter fé para pedir mais trabalhadores para a seara, mas parece ser muito difícil ter fé para sustentá-lo no treinamento e no campo. Pedir é um movimento de palavras; significa simplesmente falar com Deus. É nesse momento que entra a fé em seus dois aspectos diferentes de atuação na nossa vida.

O primeiro é o exercício da fé “abstrata”, é quando você entra em oração por algum motivo, mas para por ai.

O segundo aspecto, é a tomada de atitude. Tomemos como exemplo a oração feita para que Deus envie trabalhadores para a seara, nós oramos, Deus respondeu mandando obreiros, mas é nessa ora que entra o exercício da fé na prática.

Enviar é a prática do que se falou e pediu. Exige ação; requer a tomada do cabo do arado. É a hora de mexer com os bens do homem ou da organização. É o exercício da fé concreta, real.

Normalmente funciona assim: parece que quando pedimos, Deus está precisamente ali, presente. Mas quando “precisamos por os pés no Jordão”, Deus está tão longe. É muito triste na nossa vida, quando entramos na presença do Senhor em oração, Ele nos responde, e depois não cumprimos a nossa parte com Ele. Imaginem os trabalhadores chegando e então dizemos que não poderemos enviá-los, porque não temos dinheiro.

Será que o mesmo Deus que mandou os trabalhadores não haverá de dar recursos necessários para enviá-los?

Este é exatamente o cerne do problema, os recursos dos homens e os recursos de Deus. Na hora do culto nossa mente está fixa no poder de Deus, no dono da prata e do ouro, porém, no meio da semana, os olhos da incredulidade enxergam apenas o medíocre saldo bancário (pelo menos é como eu vejo o meu, todo o dia), é como vemos o medíocre cofre da igreja.

Existe também outro aspecto muito importante, mas pouco lembrado, pelo menos quando tratamos de nossos próprios interesses, que é a questão de fazer a “vontade de Deus”. O próprio Senhor Jesus, mais uma vez deu o exemplo, quando Ele se viu em tremenda agonia e dor, mas acabou se rendendo à vontade de Deus. “...faça-se a Tua vontade e não a minha”.

Qual é vontade que queremos para a nossa vida? A minha própria? Ou a vontade de Deus?

Moisés se rendeu à vontade soberana de Deus! Ele se pôs a caminho, de volta ao Egito, de volta ao desconhecido, pois tudo era novo para ele. Passaram-se 40 anos, ele já não era o “príncipe do Egito”, ele já não era o comandante de exércitos, ele não detinha mais nenhum poder.

Ele era apenas e tão somente um pastor de ovelhas. Mas ele obedeceu sem mesmo entender direito o que estava acontecendo, a ordem de Deus. Ele não disse: “mas Deus, eu não tenho dinheiro, eu não tenho mais poder, eu não tenho mais nenhum direito, eu não tenho recursos”!!!!

Aquela seria uma missão impossível, não fosse pelos recursos ali disponíveis. Mas que recursos estavam disponíveis? Recursos divinos ou humanos?

Houve um momento quando Moisés respondeu: “Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?” Êxodo 3:11. Ele estava pesando seus próprios recursos, mas Deus quando lhe respondeu no texto de Êxodo 3:20, Ele pensava em enviar Moisés com recursos além do entendimento humano.

Quando Deus transformou o cajado do pastor Moisés em uma cobra, foi apenas uma pequena demonstração da grandeza dos cofres divinos. Significativamente, o ato de Moisés ao jogar a vara ao chão para que o poder de Deus se manifestasse, significa que devemos lançar os nossos recursos nas mãos de Deus.

Moisés aprendeu após muita luta interior diante da insistência e promessas de Deus, que a guerra não era sua, mas do Senhor. Então ele mobilizou o povo dizendo: “Não temais. Aquietai-vos e vede o livramento do Senhor que hoje vos fará; porque aos egípcios que hoje vedes, nunca mais os tornareis a ver. O Senhor pelejará por vós e vos calareis” (Êxodo 14:13,14). Quão difícil deve ter sido para Moisés dizer essas palavras do Senhor, quando ele e o seu povo estavam completamente “encurralados”.

A grande decisão tinha um nome, e era, Mar Vermelho. Atrás deles estava o poderoso exército egípcio e na frente o obstáculo sem ponte.

E agora Moisés? Onde estão os recursos?

A resposta de Deus foi impressionante: “Porque clamas a mim? Dize aos de Israel que marchem”, Êxodo 14:15.

“Marchar para o mar? Isso é loucura!”

Muitas vezes esses têm sido os nossos pensamentos: “Onde estão as embarcações? Onde estão os marinheiros experientes para nos guiar?”. Talvez essas tivessem sido as questões discutidas entre o povo.

Deus ordenou a Moisés: “Levanta a tua vara, estende a mão sobre o mar e divide-o para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco”, Êxodo 14:16. Que rica oportunidade para os homens presenciarem as maravilhas dos recursos de Deus! Eles estavam preocupados com o que eles precisavam ver, enquanto Deus estava prometendo e mostrando o que eles eram incapazes de ver, ainda.

A Noé, Deus mandou que preparasse um navio. A Moisés, ao contrário, Deus mandou que caminhasse para o mar, a pé e somente pela fé. Era o desejo de Deus, como o é até nos nossos dias, revelar-se de forma mais íntima como o supremo e soberano Criador e Consolador das forças da natureza.

Plantar, regar, colher e cozinhar os deliciosos cereais e vegetais do Egito eram recursos exigidos pelos hebreus a fim de atravessar o desafiante deserto. Mas os recursos de Deus trouxeram o maná do céu, que, mais que uma simples comida, tipificou a futura vinda do próprio Deus à terra na pessoa de Jesus. Veja João 6:51 “Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer deste pão viverá para sempre....”

Dos recursos de Deus vieram codornizes do céu e saiu água da rocha. O exército de Israel vagando pelo deserto, cansado e sem nenhuma arma poderosa, liderado por Josué, lutou contra os Amalequitas, enquanto os braços cansados de Moisés sustentados por Arão e Ur, apontavam para os recursos de Deus nos céus. E eles venceram.

Quem não crê nos recursos de Deus, não deveria orar para que Deus levantasse trabalhadores para a Sua seara, ou para qualquer outra coisa. Quem não está pronto para aceitar grandes desafios, a colocar a fé em prática e se apoiar na autoridade e poder de Jesus, não deveria sequer pretender trabalhar na obra de Deus.

O que vou dizer agora para finalizar, deverá ser aplicado tanto para missões como também para a nossa vida diária: Falta o temor do Senhor que é o princípio da sabedoria. Sabedoria para usar o dinheiro de Deus e colocar a Grande Comissão de Jesus em primeiro plano. O mesmo Jesus que disse: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura”, Marcos 16:15, é o mesmo que disse: “É me dado todo o poder, no céu e na terra”, é o mesmo que disse: “...E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos”, Mateus 28:18,20.

Falando em missões ou evangelismo, esta é a melhor e mais abundante fonte para o homem ter acesso aos recursos sobrenaturais de Deus.

Fonte: [ SOBERANA GRAÇA ]
Via: [ Ministério Batista Beréia ]
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Tempos finais

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Por Pb.Geovani F.dos Santos


Os últimos dias da Igreja na terra, antes do arrebatamento, seriam marcados por uma avalanche de modismos e desvios doutrinários sem precedentes em toda a história. O próprio Senhor Jesus Cristo advertiu de antemão aos seus apóstolos sobre tais mudanças que se dariam, bem como os exortou a permanecer firmes na verdade que receberam a fim de não serem envolvidos pelos ventos do erro e, tampouco, ludibriados por hábeis enganadores que surgiriam no cenário de apostasia dos tempos finais.

Decorridos 21 séculos de história eclesiástica, parece-nos óbvio que os vaticínios proferidos nas Sagradas Escrituras cumprem-se aceleradamente, e que, o quadro de apostasia desenhado no passado e descrito fielmente pela pena dos apóstolos de Jesus, na Bíblia, está se dando concomitantemente diante de nossos olhos com uma precisão tão perfeita como somente a mão divina poderia prever. Deus em sua presciência concedeu tais revelações a sua Igreja tendo em vista que a mesma se precavesse dos ataques do pai da mentira e permanecesse incólume aos golpes desferidos pelas trevas.


Desde os dias apostólicos até os nossos dias, a Igreja de Deus na terra percorreu um longo caminho de lutas e perseguições. Por vezes as trevas tentaram ofuscar o testemunho cristão e impedir o curso da luz aos corações famintos pela verdade. Nos momentos mais decisivos de sua história, no entanto, a Igreja nunca deixou de contar com a ajuda do alto, com a poderosa ação do Espírito Santo a lhe instilar a verdade no íntimo e a fé nas promessas daquele que nunca falhou, e jamais falhará.

Sob este ímpeto de inspiração e esperança na Verdade do Evangelho não poucos perderam suas vidas nas arenas romanas, nos jardins de Nero, nos instrumentos de tortura, nas fogueiras da Inquisição e nos terríveis calabouços da Idade Média. Acossados e humilhados pelos inimigos da cruz, permaneceram firmes até a morte, porque buscavam a pátria que há de vir. É a estes heróis, anônimos ou não, que o escritor de Hebreus dedica todo o capitulo11. Considero tal capítulo como um memorial à fé e a esperança de todos aqueles que vivendo no mundo, buscam com fervor a eterna morada dos justos – a Jerusalém Celestial – “a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus” (Hebreus 11.10).

Nos dias que antecedem o rapto da noiva do Cordeiro, tais palavras são importantes para produzir em nós tremor e temor diante daquele que nos chamou para vivermos por Ele e por sua Palavra. Nestes dias de engano e afastamento da fé, a vida despojada dos padrões deste mundo e piedosa dos santos do Antigo Testamento deveria nos deixar corados de vergonha e, sobretudo, imprimir em nós o desejo de imitar-lhes as pisadas e o exemplo de fidelidade ao Senhor que morreu na cruz.

No entanto, percebe-se que quanto mais tempo passa, mais profana e abominável vai ficando a cristandade. A luz que outrora brilhou em tempos áureos parece estar fenecendo ante a influência do mundanismo e a ação de falsas doutrinas que se aninharam nos corações de muitos crentes. Diante de tais fatos, alguns até já mencionam a necessidade de uma nova reforma que conduza o povo de volta a Palavra de Deus e lhe imprima um novo animus espiritual – um retorno ao verdadeiro Evangélico bíblico.

Indubitavelmente, está entronizado em muitos púlpitos um outro evangelho. Um Evangelho sem cruz e sem sofrimento. Um evangelho de resultados temporais e de uma busca insana por valores efêmeros, um modelo de Cristianismo que se contrapõe à Doutrina de Cristo e aos ensinos apostólicos. Em suma, um evangelho fermentado e falsificado que nega a eficácia da Verdade exposada nas Sagradas Escrituras e envergonha o testemunho dos santos homens do passado.

Conta-se que um grande pintor fora convidado para pintar o desenho do apóstolo Paulo no frontispício de uma determinada igreja italiana. De propósito, o hábil artista deixou coradas de vermelho a face do apóstolo. Ao perceberem o rubor que se destacava na silhueta paulina, alguns religiosos que ali passavam, criticando a obra, perguntavam ao mestre de artes:

- Por que ele está com as faces tão rosadas? Ao que o pintor lhes respondeu:
- Ele cora de vergonha por ver todas as vossas iniqüidades.

Tal ilustração serve-nos como um exemplo que revela profundamente os verdadeiros sentimentos do Senhor em relação a sua Igreja na terra e para com aqueles que se dizem chamados pelo seu nome. Com certeza o Senhor sente ojeriza em contemplar tanta mentira no lugar da verdade, tanta impureza no lugar da santidade e tanta apostasia no lugar da sã doutrina. Esse é o evangelho que não glorifica ao Senhor, pelo contrário, provoca-lhe repugnância e tristeza.

Soli Deo gloria!

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Igreja atual: crescimento ou inchaço?

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A igreja brasileira tem crescido absurdamente nas últimas décadas.

O problema é que este crescimento é doentio em muitos aspectos, não é de todo saudável. Cresce em número, mas não cresce em discipulado; cresce em templos, mas não cresce em missões; cresce em em ganho político, mas não cresce em credibilidade e penetração social; cresce em riquezas, mas não cresce no preparo adequado dos líderes.

Há quem fique de boca aberta ao ver um certo "apóstolo" com jeitão de caipira juntar multidões disputando cada gota de seu suor ou comprar uma garrafinha de água mineral fajutamente "ungida" e superfaturada. Mas, aquela multidão não representa numa mínima fração o que é fé bíblica, nem aquele homem representa o que é ministério bíblico. Logo, a conclusão óbvia, é que não deveríamos contabilizar este e outros tipos de movimentos como crescimento da igreja evangélica, visto que nem uma coisa nem outra é evangélica!

Há quem celebre a "conversão" de pessoas de projeção nos meios artísticos, esportivos e da alta sociedade. Entretanto, não tenho visto muitas destas figuras impactarem de maneira substancial e convincente com seus testemunhos - me perdoem o sarcasmo mas, se a igreja brasileira dependesse do testemunho de alguns artistas que se dizem evangélicos estaríamos no fundo do poço!

Há quem celebre a presença maciça de evangélicos no cenário político, ocupando cargos e posições até mesmo nos governos municipais, estaduais e federal. Mas, muito mais são mos que se destacam pelas suas perversões e oportunismo em fazer uso dos tais cargos ou posições para se enriquecerem, do que os que têm alguma bandeira que atenda ao próximo ou que glorifique a Deus - depois daquele sujeito orando após a trama da propina a gente nem precisa falar muito.

Há quem celebre o grande boom da música gospel surgindo no cenário multicultural brasileiro como mais uma alternativa para o entretenimento, mas prefiro aquelas que levavam o povo ao quebrantamento e arrependimento - a badalação "Faz um milagre em mim", me perdoem os mais afoitos, não faz nem mais cócegas, o que dirá milagre!

Há quem celebre as construções dos caríssimos, grandes e luxuosos templos evangélicos, com suas exuberantes fachadas e marquises. Entretanto, lamento que o chamado povo de Deus repita a história edificando grandes "elefantes brancos" que na melhor das hipóteses ficarão para a posteridade como patrimônios tombados, como marcos da engenharia e arquitetura de uma época passada. Boa parte destes templos são a manifestação das vaidades e egos de seus idealizadores, que os constroem para disputar entre si quem constrói o maior, melhor, mais moderno e mais equipado templo, sem a mínima preocupação se aquele lugar terá alguma utilidade ou relevância social.

Há quem celebre um despertamento na igreja por que surgem novos movimentos (muitos deles têm mais de tormento do que de movimento). Mal a gente se recupera do furacão G-12, que varreu igrejas inteiras e deixou marcas indeléveis em muitos pastores; que confundiu e destruiu a fé de muitos crentes; que dividiu a ponto de fechar igrejas em todo o país, e logo vem outro mais forte e mais perigoso. Melhor seria a essa febre de movimento desse lugar à solidez e firmeza na Rocha que é Cristo, onde não somos arrastados e nem abalados por ondas ou movimentos!

Fui a um determinado país recentemente e disseram que alguém estava me esperando em uma das visitas para perguntar sobre o grande crescimento da igreja evangélica brasileira. Pensei muito antes de frustrar a euforia daquela pessoa, mas fui obrigado a dizer pra ela que aquilo que para muita gente parece crescimento, pode ser apenas inchaço!

Autor: Pr. Aécio Felismino da Silva
Fonte: [ CACP ]

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Uma breve exortação sobre a liberdade cristã, nossos hábitos e a glória de Deus.

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"Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus". 1 Cor. 10.31

O versículo acima é uma exortação segura que lembra-nos de que todos os nossos atos devem ser voltados à glória de Deus. Isto é certo e bom.

Mas, ler esse texto em seu contexto ajuda-nos a entender como o apóstolo Paulo chegou a tal conclusão.

A questão que ele vinha tratando desde o capítulo 8, era sobre a indevida associação do cristão com a idolatria. Ele trata isso com muita seriedade, e alerta ao cristão, usando o exemplo das "coisas sacrificadas a ídolos" como uma forma inaceitável de associação do cristão com a idolatria. Paulo usa uma linguagem forte ao dizer que tais práticas significam "provocar o zelo do Senhor" e "associar-se a demônios". Estabelecer esse ponto era muito importante, dada a aparente presunção dos coríntios de que aquela comunhão intencional com o que havia de pior naquela cultura pagã era uma questão de somenos importância.

Uma vez estabelecido este ponto, o apóstolo passa a demonstrar que a liberdade cristã da qual desfrutamos não pode dar margem para que cometamos abusos ou causemos, indiretamente, mal a nossos irmãos na fé.

A questão da unidade no corpo de Cristo, na igreja, portanto, é uma das grandes preocupações do apóstolo Paulo nesta passagem. É esse ponto que analisaremos, buscando refletir como ele toca sensivelmente em questões que envolvem o nosso convívio com os cristãos hoje em dia – sobretudo diante da realidade multifacetada e polarizada do cristianismo de confissão evangélica de nossos dias.

Nesta passagem de 1 Coríntios 10.31, Paulo está tratando a respeito de práticas (neste caso ele cita uma específica, mas há aplicação para outras) que conquanto em si e por si mesmas não sejam [aparentemente] pecaminosas, podem, de alguma maneira, causar escândalo ou tropeço para outrem. É interessante notar que em outro lugar Paulo lida com uma questão muito semelhante, em suas exortações em Romanos 14, particularmente os versos 22 e 23.

"A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus. Bem aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas é condenado se comer, porque o que faz não provem de fé; e tudo o que não provem de fé, é pecado".

No caso de Romanos 14.22,23, ele faz a mesma aplicação de 1 Cor. 10.31. Os versículos que lemos, são uma conclusão da exposição que Paulo faz a partir do capítulo 14 até ao capítulo 15.

O exemplo que o apóstolo Paulo usa para frisar um valor maior e estabelecer um princípio no relacionamento entre os irmãos em Cristo, é sobre algo que estava presente em várias das igrejas às quais ele ministrava, sobretudo aquelas de maioria gentílica e que estavam mais expostas à cultura fortemente pagã daqueles tempos, como a igreja em Corinto, na Grécia, e a de Roma.

No texto de Romanos, Paulo usa dois exemplos, que são justamente o da comida e da guarda dos dias (Rm. 14.1-5), para estabelecer qual deve ser a conduta do cristão diante de certas controvérsias, oriundas da diversidade que há entre eles:

1) É bom frisar que a referência que Paulo faz em Romanos a respeito dos dias e da alimentação é diferente da que ele faz em Gálatas 4.10 e em Col. 2.16-23, pois, nestes casos, a referência a estes assuntos está ligada a utilização deles como uma adulteração da mensagem do evangelho. Quando princípios básicos do evangelho estão em jogo, a atitude de Paulo é sempre zelosa e severa.

2) Neste caso, a referência a este problema dos dias e da alimentação, aparentemente, não era a respeito de algo que ferisse os pontos "cardeais" do evangelho, mas, estava ligada à força ou fraqueza relativas à fé no evangelho.

É importante estabelecer esta distinção a fim de que entendamos bem qual a mensagem do apóstolo nesta situação. Em outras palavras, Paulo não estava preocupado, neste contexto, com a questão da alimentação ou dos dias em si, mas com a maneira como nos comportamos diante de situações em que nos deparamos com posições e pensamentos diferentes dos nossos, sobre assuntos que não fazem parte essencial do evangelho, mas que fazem parte da vida cristã.

A exortação do apóstolo estabelece alguns princípios de grande valor, os quais devemos, como cristãos, observar:
  • Temos de identificar, em nossas próprias vidas, se a nossa "comida" ou "seleção de dias", de alguma maneira, ofende a um irmão nosso que é fraco na fé (ou novo na fé):
Paulo não estava preocupado em debater os exemplos que ele mesmo mencionou (Rm.14.2-5), mas, o seu claro objetivo era admoestar aos cristãos a que não permitissem que estas diferenças de opinião viessem a ser motivo de contenda entre eles, ou ainda, viesse a se constituir como tropeço para aquele mais fraco na fé e, por outro lado, intolerância por parte daquele que, tendo mais esclarecimento, e, portanto, liberdade para certas práticas, tenha causado o escândalo ao seu irmão.

É muito melhor fortalecermo-nos na unidade do que distanciarmo-nos na diversidade que há entre nós. Os versículos 7 e 8 de Rom.14 evidenciam esta verdade.

Então, a primeira grande verdade que podemos perceber destes dois textos tão ricos, está ligada à nossa percepção e sensibilidade quanto ao nosso próximo: devemos "acolher o que é débil na fé". Isto significa, que embora tudo – o que não é pecado – nos seja licito, nem tudo nos convém. E, que em nome do amor cristão, não devemos procurar nossos próprios interesses – I Cor. 13.5 – antes, se for necessário, devemos "abrir mão" de certas práticas que, mesmo não sendo pecaminosas, afetam ou podem afetar a vida do nosso próximo, então, por amor a eles, temos de fazer isto.

Temos de ser sensíveis às carências e dificuldades de compreensão de nossos irmãos. Será que estamos dispostos a abrir mão de nossa “comida” para não causar tropeço a alguém? O ponto aqui é compreender que estas coisas, o amor ao nosso irmão e nosso uso da liberdade cristã, são coisas que tocam na glória do Senhor, ou seja, a forma como lidamos com essas coisas glorificarão ao Senhor – ou o ofenderão.

Pensar nessas coisas pode ser algo que venha a nos ajudar a considerar sobre nossos hábitos e práticas com relação a nós mesmos.

Deus requer de nós, como já vimos, que façamos tudo com consciência limpa, diante das Escrituras – do Logos, portanto, d’Ele mesmo - de nossos irmãos, e, diante de nós mesmos; mais ainda, requer que tudo seja para a glória dEle.

Esta afirmação do apóstolo, deve nos levar a refletir se nossos hábitos glorificam a Deus. Ainda que eles (nossos hábitos) não sejam questionados (julgados) pelos outros, devemos, conforme nos exorta a Palavra em 2 Cor. 13.5, examinar a nós mesmos para sabermos se estamos de fato na fé.

Esta consideração é importante e necessária, e, a análise de nossas práticas diante de nossos irmãos, conforme acabamos de ver, deve nos levar a refleti-las também diante de nós mesmos.

A pergunta a se fazer é a seguinte: Temos glorificado a Deus no nosso comer e beber?, ou seja, nos nossos hábitos?

Vejamos esta questão da seguinte maneira:

Temos ouvido muitas vezes pessoas dizendo que deixam de fazer certas coisas, coisas que até consideram importantes, porque não têm tempo para elas. O dia possui 24 horas para todas as pessoas, inclusive para o presidente do Brasil ou para o presidente dos EUA, enfim, todos absolutamente dispõem da mesma sucessão de segundos, minutos e horas, que nos provê a sensação de passado, presente e futuro e chamamos tempo. Todos, igualmente, dispõem do mesmo tempo.

O nosso dia a dia é preenchido, por assim dizer, por nossos hábitos, e, nossos hábitos, são constituídos por nossas prioridades. Logo, nossos hábitos revelam aquilo que priorizamos mais em nossas vidas.

Hábito é a disposição adquirida pela repetição dum ato, uso, costume.

Rotina: Seqüência de atos, usos, observadas pela força do hábito.

A rotina é, portanto, uma seqüência de hábitos durante o tempo.

Todos nós temos hábitos, invariavelmente. Nossa rotina é formada por uma sucessão de hábitos, e, nossos hábitos são constituídos pela repetição de certos atos, e, estes atos são determinados de acordo com a nossa vontade, e, a nossa vontade está submetida à nossa natureza.

O problema reside no fato de que em nós há uma luta de nossa velha natureza - aquela que herdamos de Adão no nosso nascimento natural, e aquela da qual somos revestidos a partir do nosso novo nascimento em Cristo. Martinho Lutero, a este respeito, disse que somos: simul Justus et pecator. "Ao mesmo tempo justo e pecador".

Temos de cuidar, portanto, para que nossos hábitos estejam agora vinculados à nossa nova natureza, a fim de que possamos cumprir a exortação de Paulo em 1 Cor. 10.31: fazer tudo para a glória de Deus, e Rm. 14.23, fazer todas as coisas pela fé.

Esta não é uma tarefa fácil. Vemos isto no dilema vivido pelo apóstolo Paulo em Rm. 7.24 e 1 Cor. 9.27, onde vemos a dualidade entre a carne (sarx) – onde a o corpo (soma) físico é ilustrado como meio de expressão do pecado - e a ação do Espírito Santo em nossos corações (Rm. 9.28).

Pensemos, pois, em nossos hábitos na forma de indagação, e respondamos com franqueza a nós mesmos:
  • O que preenche nosso tempo e nosso pensamento
Temos de considerar esta pergunta da seguinte maneira:

As práticas que constituem nossos hábitos podem ser que em si mesmas, ou, como fim, não sejam pecaminosas, mas, quando se integram à nossa rotina, e, de alguma maneira sufocam outras práticas que deveriam estar em primeiro lugar, aí pecamos. A ênfase recai, portanto, nas nossas prioridades; naquilo que escolhemos fazer com nosso tempo. De alguma maneira, nossos hábitos revelam quem nós somos, pois revelam as escolhas que fazemos diariamente. Devemos lembrar que nossas escolhas estão submetidas à nossa vontade e nossa vontade está submetida à nossa natureza.

Mais uma vez, a conclusão é que devemos avaliar nossa prática, nossos hábitos, nossa preferência e nosso procedimento com nosso irmão sob a ótica daquilo que honra a Deus e o glorifica. Essa é a pedra de toque, afinal de contas.

Autor: Thiago Santos
Fonte: [ Editora Fiel ]
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Combater o erro não é facultativo

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Todo falso ensinamento deve ser odiado e combatido. O Novo Testamento nos diz que assim fez nosso Senhor e todos os apóstolos, e que eles se opuseram e advertiram as pessoas contra isso. Mas pergunto novamente: isto é realizado hoje? Qual sua atitude pessoal quanto a isso? Acaso é você uma daquelas pessoas que diz que não há necessidade dessas negativas, e que deveríamos estar contentes com uma apresentação positiva da verdade? Subscrevemos o ensinamento prevalecente que discorda de advertências e críticas ao falso ensinamento? Você concorda com aqueles que dizem que um espírito de amor é incompatível com a denúncia crítica e negativa dos erros gritantes, e que temos de ser sempre positivos? A resposta mais simples a tal atitude é que o Senhor Jesus Cristo denunciou o mal e os falsos mestres. Repito que Ele os denunciou como “lobos vorazes” e como “sepulcros caiados” e como “guias cegos”. O apóstolo Paulo disse de alguns deles: “… cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles”. (Fp 3:19). Esta é a linguagem das Escrituras.

Martin Lloyd-Jones
In: Jornal “Os Puritanos” Ano III Nº 3
Via: [ Cinco Solas ]

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Marcha para Jesus 2010 - 1ª chamada

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Por Vera Siqueira

Já estamos em contagem regressiva (literalmente, vide www.igospel.com.br) para mais uma edição da Marcha para Jesus em São Paulo. Será no dia 3 de junho de 2010, quinta-feira, feriado católico de Corpus Christi (será uma alfinetada gospel, uma vez que o "feriado" da Marcha para Jesus foi sancionado pelo presidente Lula para ocorrer 60 dias depois da Páscoa, ou seja, nesse ano no sábado 5 de junho?).

A Marcha para Jesus foi patenteada pelos líderes da Igreja Renascer em Cristo, e reúne líderes de outras denominações, com total predominância, nos trios elétricos, de bispos e pastores da própria denominação. Tem o objetivo oficial de evangelizar a cidade e profetizar bênçãos sobre ela, porém fica implícito o desejo de mostrar poder e soberania denominacional, fortalecer teologias espúrias como a da prosperidade (assumida pela maioria das denominações que participam do evento, que muitas vezes tosquiam suas ovelhas vergonhosamente em busca de mais poder terreno), além de servir de palanque para os candidatos a políticos gospel. Esse ano, aliás, é ano de eleições no Brasil.

Na última edição da Marcha para Gezuiz (escrevo assim por entender que Jesus não compactua com ambição humana, com teologia da prosperidade, com heresias sutilmente adentradas na Igreja, e que é um outro, o tal de Gezuiz, que realmente é glorificado nessa marcha), um grupo de apenas 8 pessoas fez um protesto silencioso, apenas estendendo faixas onde se dizia: "Voltemos ao Evangelho puro e simples. O $how tem que parar", e estendendo versículos bíblicos em suas camisetas. Isso deveria passar totalmente despercebido, afinal, em tese, estávamos em meio a cristãos que marchavam por Cristo, ou seja, pela divulgação de Suas boas-novas, do Seu Evangelho, e versículos bíblicos como o estampado (1 Tm 6:3-10) deveriam ser vistos como um exemplo a ser seguido. Porém, essa simples manifestação cristã foi alvo de repúdio e até atos brandos de violência por boa parte da multidão, instigada pelos líderes "gospel", o que prova que a tal marcha, de Jesus, não tem quase nada a não ser o nome.

Como imagens falam mais do que palavras, assista ao vídeo Duas Marchas, produzido por Pablo Silva:






Ainda - e sempre!
- queremos a volta da igreja brasileira ao Evangelho puro e simples de Jesus, a quem dizemos seguir. A Igreja verdadeira, infelizmente, está muito distante do que vemos por aí, e a volta de Cristo está próxima, Sua noiva precisa se ataviar. Por isso, em 3 de Junho de 2010 estaremos novamente lá, mesmo que apenas 8 (o Paulo, o Diogo, o Vitor Cid, o Laudinei, o Pablo, o Júlio, a Mayara e eu - meu parto está previsto para 11 de junho, mas espero em Deus que o baby não se apresse), empunhando novamente faixas que proclamem simplesmente o Evangelho e a verdadeira conversão dos corações a Cristo, distanciando-nos de Mamom, Gezuiz e cia. Não queremos brigas, lutas, novamente não retribuiremos a possíveis manifestações contrárias, pois queremos apenas espelhar a Cristo e, assim, talvez tirar outros corações do engano religioso no qual se encontram. Quem é de Jesus não se escandaliza com Suas Palavras, mas quem é de Gezuiz as rechaça firmemente, pois essas vão contra seu propósito de juntar tesouros na terra e não no céu.

Porém, poderemos ser mais do que 8 no dia 03 de junho de 2010.

Quem mais se habilita a caminhar nessa Marcha?

Fonte: [ Uma estrangeira no mundo ]
Via: [ Púlpito Cristão ]

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Parecer com serpentes e dragões virou moda

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"Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com sua astúcia assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos e se apartem da simplicidade que há em Cristo". 2 Co 11 v. 3

Já deixo claro que eu não estou incentivando ninguém a odiar serpentes, não estou instigando ninguém a sair matando este animal que também foi feito por Deus e tem sua importância na natureza, mas o meu propósito é levar você para uma reflexão sobre o que leva um jovem a ter esta atitude.

Eu quero apenas expor a situação praticada por alguns jovens que têm o prazer de cortar a sua língua ao meio para parecer com serpentes.

O que leva um jovem mutilar a sua língua apenas para ter esta aparência?


Quais são os valores que constroem a vida destes jovens?

Para alguns ser cristão é loucura, é idiotice, é jogar sua juventude pela janela, mas cortar a língua ao meio para ser um homem cobra não!

Adorar o criador é loucura, mas parecer à criatura é lindo!

Dizer que é cristão é motivo de gozação, mas cortar a língua, colocar alargadores nas orelhas, modificar o corpo e ficar pendurado por ganchos é radical!

Ficar parado em um bar tomando todas e sair bêbado com o carro a ponto de matar os outros ou perder a sua própria vida em um acidente, é mostrar que é “livre”!


Ser parecido com Jesus é algo ultrapassado, mas querer ser como o diabo é algo interessante! Os demônios são super heróis da garotada.

A inversão de valores está em alta, o relativismo é o dogma de muitos que se sentem “livres”, mas na verdade estão presos pela suposta liberdade.

Valores bíblicos são deixados de lado até por aqueles que estão dentro de uma igreja, o que vale é a moda e santificar qualquer atitude é radical e é gospel!


Homens cobras

Esta atitude está preocupando a sociedade, já existem mais de 2.000 pessoas com a tal língua de serpente.

Alguns Estados americanos estão querendo proibir a operação devido a tantos problemas como hemorragias difíceis de serem controladas e até mesmo infecções que podem afetar a garganta, sem contar que algumas pessoas que podem ter problemas na fala e até em sua vida social, profissional e sentimental.

Seria preconceito não querer ter um “jovem serpente” como o seu funcionário?

Não, da mesma forma que estas pessoas escolhem e tem o direito de fazer o que quiser com a sua língua, o proprietário de uma empresa tem o direito de escolher o modelo padrão que representa a sua empresa.

Não são todos que estão dispostos a ter na empresa uma pessoa que coloca as suas vontades como prioridade não importando a conseqüência deste ato. Ser livre é assumir a responsabilidade dos seus atos, mas alguns não querem assumir as suas escolhas.

Esta atitude de não querer ter um "Homem Víbora" não é um ato preconceituoso. Será que eu devo reprimir a minha opção de escolha para contratar alguém que eu não quero?

Se para este jovem, colocar como prioridade a sua vontade sem se preocupar com as conseqüências do que pode acontecer depois, ele não tem o que reclamar quando alguém coloca sua prioridade também.

Se ele quer ser livre, outros também querem.

O não aceitar certas atitudes não quer dizer que é preconceito, devemos analisar as questões que envolvem os nossos atos e como vai ser recebido pela sociedade.

Temos o direito de expressar as nossas opiniões e vontades da mesma forma que eles têm o direito de se mutilar.

Se fosse uma operação necessária visando resolver um problema de saúde poderíamos chamar a atitude de preconceituosa, mas esta questão é bem diferente.

Não estamos falando de uma pessoa que sofreu um acidente ou nasceu desta forma e ficou com um problema físico, mas aqueles que se mutilaram por escolha própria.

ISTO SERIA BOM PARA UM JOVEM CRISTÃO ?

Pare e pense: seria bom para um jovem cristão cortar a língua para parecer com serpentes?No meu ponto de vista, não. Como já disse, querer parecer uma serpente não é nada bom.

Isso limitaria a sua evangelização, não seria todos que levariam suas palavras a sério pelo sentido que este jovem deu a sua vida.

Os nossos atos são espelhos dos nossos valores.

Um jovem cristão tem que ter um único objetivo em sua vida, buscar a aparência de Cristo, agir como Cristo e ler sua palavra para conhecer mais de Cristo.

O problema não é aceitar estes jovens que vem de fora para dentro da igreja, pois quando eles fizeram isso, não tinham conhecimento da palavra de Deus, mas como entender um jovem que conhece a palavra do Senhor e quer fazer tal mutilação?

A desculpa é aquela de sempre, somos livres, podemos fazer qualquer coisa e Jesus não está preocupado com a aparência exterior, mas a interior.

Não esqueça que esta aparência é algo que passa como chuva passageira, a própria palavra de Deus diz que a aparência passa - "E os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa". I Co 7v. 31.

E ai quando a moda passar como ficará a sua aparência?

· Será mais difícil de conseguir um seu emprego!
· Será mais difícil arrumar uma namorada que queira casar-se com uma 'víbora'!
· Será mais difícil chegar ao pastorado, se você almeja um dia ser ministro de Deus.
· Será mais difícil fazer tudo!

A aparência conta muito para a sociedade, podemos ver em alguns seguimentos do trabalho que muitos não podem ter tatuagem ou fazer estas mutilações porque não teriam o respeito da própria sociedade.


Você não precisa disto para ser radical – viver a palavra de Deus já é algo radical!

Dizer não ao álcool, as drogas, as baladas, não ao processo de adestramento social que incute em sua mente que é necessário ter tatuagens ou piercing já é ser radical.

Isso é andar na contra mão do sistema do mundo de hoje.


Podemos impactar a vida de muitos jovens com outras atitudes, mas fazer a mesma coisa que os outros jovens fazem de você “Maria vai com as outras”. Tenha liberdade e coragem de dizer:” Eu sou de Jesus, Ele é o meu salvador e ninguém pode me separar do amor de Cristo”. Isso é ser radical.

Ser radical não é beber tudo que quiser e ficar com a boca na sarjeta porque não consegue ficar em pé. Ser derrubado por um líquido é demonstrar escravidão e não liberdade. É claro que muitos já não conseguem viver livres destas drogas, mas Jesus pode libertar você deste vício maldito.

Ter Jesus na veia é mais interessante do que ser radical apenas no visual.

Não queira ser como uma serpente, mas como Cristo.

Autor: Pr. Alexandre Farias
Fonte: [ Blog do autor ]

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