Pedir é determinar?

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"E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho" Jo 14:13

Em seu livro "Exija seus direitos" RR Soares, líder da Igreja Internacional da Graça ensina que o crente não deve pedir a bênção, mas determiná-la ou exigir como um direito. A suposta base bíblica para essa sua doutrina nefasta é Jo 14:13, muito embora ele a credite a Kenneth Hagin. Ambos afirmam que "a palavra pedirdes foi mal traduzida" e que aiteo "deveria ter sido traduzido por exigirdes ou determinardes" (p. 42). Segundo ele "continuar orando, pedindo, suplicando por algo que já é seu é declarar que a Palavra do Senhor pode não ser a verdade" (p. 45). Chega ao extremo de dizer que ser paciente e suportar a provação é dar lugar ao Diabo (p. 78).

No livro ele afirma que não é versado em grego. Mas acreditou piamente no que Hagin lhe disse. Depois disse que conferiu no dicionário de Strong e que de fato a palavra aitéo também pode significar exigir, determinar. A propósito, ele define determinar como "a nossa ação com base na Palavra de Deus, o que nada mais é do que tomar posse da bênção e exigir os nossos direitos" (p. 27).

O significado de um termo deve ser buscado no uso que os autores fizeram dele nas escrituras. E quando examinamos o uso de aiteo nas Escritura descobrimos que ele jamais é utilizada com o sentido que RR Soares e Hagin lhe emprestam. E também descobrimos que as palavras determinar, ordenar, exigir, etc. jamais são utilizadas pelo homem para obter algo de Deus. Portanto, se Soares valoriza a Palavra de Deus como diz valorizar, deveria ter o mínimo cuidado para utilizá-la sem distorcer o seu significado, semeando o erro no meio do povo de Deus.

O significado bíblico de aiteo

As principais traduções e versões bíblicas traduzem aiteo como pedir. Tomando Jo 14:13 como exemplo, já vimos que a Almeida Revista e Atualizada a traduz assim, assim como a Almeida Revista e Corrigida. A Tradução Brasileira também fez essa tradução, bem como a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Estariam todos os tradudores enganados ou mal intencionados ao esconderem o sentido de ordenar em suas traduções? Veremos que não.

Antigo Testamento

O termo aiteo e seus cognatos são utilizados no Antigo Testamento 65 vezes na Septuaginta. O sentido é sempre de pedir, implorar, suplicar, e nunca de ordenar ou determinar. Assim, temos Elias dizendo a Eliseu "pede-me o que queres" (2Re 2:9); Jabez invocou a Deus dizendo "Oh! Tomara que me abenções" e Deus lhe deu "o que lhe tinha pedido" (1Cr 4:10); a Salomão Deus disse "pede-me o que queres que eu te dê" (2Cr 1:7) e o próprio Salomão deu à rainha de Sabá "tudo o que ela desejou e pediu" (2Cr 9:12). Vemos também Esdras dizendo que teve "vergonha de pedir ao rei" (Ed 8:22), enquanto que Neemias diz "pedi licença ao rei" (Ne 13:6) para voltar a Jerusalém. Davi não determinou, mas orou "uma coisa peço ao Senhor" (Sl 27:4), Salomão, mesmo sendo mais ousado disse "duas coisas te peço" (Pv 30:7). Isaías disse a Acaz "pede ao Senhor, teu Deus, um sinal" (Is 7:11) e Jeremias observou que durante o cerco de Jerusalém "os meninos pedem pão" (Lm 4:4). Para que seus três amigos fossem constituídos sobre os negócios da Babilônia, Daniel não determinou ao rei, mas fez um pedido (Dn 2:49). Finalmente, Zacarias disse "pedi ao Senhor chuva no tempo das chuvas serôdias" (Zc 10:1).

Em todas as passagens acima a Septuaginta utiliza aiteo, e em nenhuma delas a tradução determinar é cabível. Imagine Eliseu exigindo de Elias a porção dobrada, Jabez ordenando a Deus que alargasse os seus limites, Salomão determinando que Deus lhe desse sabedoria e a rainha, em sua visita de cortesia a Salomão ordenasse que este lhe desse o que ela desejasse! Seria absurdo. Como seria despropositado também que Esdras, Neemias e Daniel exigissem seus direitos junto ao rei, que Davi, Salomão e Acaz dessem ordens a Deus e meninos famintos exigissem seus direitos! Portanto, o uso que os setenta fizeram de aiteo na tradução do Antigo Testamento para o grego não deixa dúvida que pedir, rogar, suplicar, etc. é a tradução mais adequada e que qualquer termo que denote autoridade não é apropriada.

Novo Testamento

Já vimos que no uso que os tradutores da Septuaginta fizeram de aiteo não cabe o sentido de ordenar, determinar, mandar, exigir ou qualquer outro que Hagin e seu aprendiz queiram dar. Mas sei que Hagin principalmente despreza o Antigo Testamento, então vejamos se o Novo lhe dá algum apoio às suas idéias. A palavra aiteo aparece diversas vezes nos evangelhos e nos demais escritos do Novo Testamento. Jesus diz que o Pai sabe o que seus filhos precisam "antes que o peçais" (Mt 6:8), mesmo assim orienta "pedi, e dar-se-vos-á" (Mt 7:7), pois "qual pai se porventura seu filho lhe pedir pão lhe dará uma pedra?" (Mt 7:9). Vemos que a mulher de Zebedeu se aproximou dEle, o adorou e "pediu-lhe um favor" (Mt 20:20). No verso seguinte ao utilizado como cavalo de batalha por Soares Jesus diz "se me pedirdes alguma coisa coisa em meu nome eu vos darei" (Jo 14:14). À porta Formosa, o coxo de nascença pedia esmola (At 3:2) e Paulo escreveu aos Colossenses "não cessamos de orar por vós e de pedir" (Cl 1:9). Aos faltos de sabedoria Tiago preceitua "peça-a a Deus" (Tg 1:5) e João anima com o testemunho de que "aquilo que pedimos, dEle recebemos" (1Jo 3:22).

Em todas essas passagens e outras não mencionadas, aiteo é utilizada para mostrar alguém pedindo encarecidamente a alguém que tem autoridade maior e que poderia conceder o pedido ou não, de acordo com sua vontade. É um contra-senso pensar que um filho pode determinar o que seu pai deve lhe dar, que a mãe de Tiago e João poderia adorar a Jesus e em seguida lhe dar ordem ou fazer exigências ou que um aleijado de nascença pudesse exigir direito a esmolas, que por isso deixaria de ser esmola. A esta altura RR Soares diria "Exigir ou determinar a bênção não é dar ordens ao Senhor" (p. 46). Porém, se aiteo significa determinar, ordenar, exigir e se aiteo refere-se àquilo que queremos receber de Deus, então forçosamente a ordem é dada a Deus. Jesus disse "se me pedirdes" e Tiago escreveu "peça a Deus". No mínimo RR Soares deverá explicar porque aiteo em Jo 14:13 significa ordenar, exigir e no verso seguinte significa pedir, suplicar, etc. O emaranhado que ele se meteu é tal que a conseqüência lógica de seu raciocínio beira à blasfêmia, pois ou faz do Diabo a fonte de bênção do crente ou a criatura mete-se a mandar no Criador!

Jesus e nós

RR Soares afirma que não devemos pedir, pois Jesus não pedia nada ao Pai, apenas determinava, ordenava, exigia. Escapou-lhe um detalhe que faz toda diferença: não somos Jesus e embora ele tenha participado de nossa humanidade nós não participamos de sua divindade. Ele é Senhor, e nós servos. Jesus não era apenas um homem, era verdadeiro Deus. Mas há outro detalhe que Soares não percebeu e seu mestre não lhe alertou. Jesus nunca se referiu a si mesmo como pedindo ao Pai utilizando o termo aiteo. Por quê? Porque aiteo se refere a um inferior pedindo a um superior, e Jesus é igual ao Pai. Assim, quando refere-se a um pedido ao Pai ou quando ora, Jesus utiliza o termo erotao, que é mais usado para um pedido entre iguais. Na mesma passagem que nos manda pedir (aiteo) Jesus disse "eu rogarei ao Pai" (Jo 14:16), utilizando erotao. Numa outra passagem Jesus diz "naquele dia, pedireis (aiteo) em meu nome; e não vos digo que rogarei (erotao) ao Pai por vós" (Jo 16:26). Mesmo quando a tradução é pedir, o termo utilizado por Jesus é erotao, como em Jo 17:15. Então, se aiteo é determinar, temos que Jesus nunca determinava, enquanto que os discípulos deveriam fazer isso, o que só faz sentido na mente de Hagin e Soares.

Determinar e ordenar

Apesar de aiteo não significar determinar, ordenar ou exigir, estas são palavras que ocorrem na Bíblia. Mas não estão relacionadas ao recebimento de bênçãos de Deus através da oração. Uma das palavras utilizadas para traduzir determinar é keleuo, traduzida também por comandar, ordenar. Assim, Jesus "ordenou que passassem para a outra margem" (Mt 8:18) e Herodes "ordenou que lha desse [a cabeça de João Batista]" (Mt 14:19). Quando José de Arimatéia pediu (aiteo) o corpo de Jesus, Pilatos "mandou que lho fosse entregue" (Mt 14:19). Em nenhuma ocasião keleuo é utilizado para que crentes tomassem posse da bênção. Outra palavra grega utilizada como determinar é prostasso. Das sete vezes em que ocorre, em nenhuma refere-se a crente usando de autoridade para receber bênçãos (Mt 1:24; 8:4; 21:6; Mc 1:44; Lc 5:14; At 10:33,48). Outra palavra às vezes traduzida determinar é paraggello, como usado em "Jesus ordenara ao espírito imundo que saísse do homem" (Lc 8:29). Esta mesma autoridade usou Paulo para expulsar demônios (At 16:18), mas isto está longe de ordenar anjos que nos tragam a bênção. Horizo também pode é traduzido como determinar, como por exemplo em Hb 4:7, porém em nenhuma de suas oito ocorrências refere-se a crentes determinando a bênção. Como essas, há outras palavras que transmitem a idéia de determinar, porém nãos e aplicam a crentes obtendo bênçãos de Deus.

A palavra normalmente traduzida como ordenar, mandar é epitasso. Jesus mandou que espíritos fossem para o abismo (Lc 8:31), Herodes mandou que trouxessem a caça de João Batista (Mc 6:27), o sumo sacerdote mandou que batessem na boca de Paulo (At 23:2) e o próprio Paulo reconehceu que pdoeria ordenar o que quisesse a Filemon, mas nenhuma dessas pessoas estavam determinando a bênção para suas vidas!

Conclusão

O autor de "Exija seus direitos" confessou não ser versado em grego. Eu também não sou. Porém, mesmo para quem falta erudição é patente a falta de sustentação bíblica para a idéia de que o crente não deve pedir, e sim determinar, exigir sua bênção. RR Soares semeia um ensino pernicioso à fé, e como veremos em outros artigos, essa não é apenas uma filosofia cristã inocente, pois chega ao ponto de tornar Deus obsoleto. Se eu pudesse determinar alguma coisa, determinaria que ele percebesse o erro a que está induzindo muitas pessoas, se retratasse e deixasse a Bíblia dizer o que diz.

Fonte: [ Soli Deo Gloria ]

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Pregações "distorcidas": Põe em ordem a tua casa.

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Autor: Cristiano Santana

O preletor abriu a Bíblia em Isaías 38:1 que diz: "Naqueles dias, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal; veio ter com ele o profeta Isaías, filho de Amoz, e lhe disse: Assim diz o SENHOR: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás."

Em seguida, desenvolveu um sermão, tendo como base a expressão "põe em ordem a tua casa". Argumentou que a casa, isto é, a vida familiar de Ezequias estava totalmente destruturada; ele tinha perdido a autoridade dentro de seu próprio lar, desestabilizando, também, o seu reino. Por isso o profeta Isaías comunicou-lhe uma dura mensagem, dizendo que ele tinha de tomar providências, tinha de por em ordem a sua casa, senão iria morrer.

Feita essa exegese, o preletor efetuou a aplicação prática do texto. Começou a bradar à igreja em alta voz, dizendo: "Ponha em ordem a sua casa, ponha em ordem a sua casa. A benção de Deus só virá sobre sua vida se você santificar o seu lar, se fizer prevalecer a Palavra de Deus dentro de sua casa, repudiando a tudo que afete negativamente a sua família. Não caia no mesmo erro de Ezequias."

Um simples análise da passagem mencionada e do seu contexto é o suficiente para revelar que o pregador se equivocou, completamente, ao extrair tal pregação da expressão "põe em ordem a tua casa".

O verdadeiro significado da expressão "põe em ordem a tua casa"

O sentido original dessa expressão significa "dê ordens à sua casa, isto é, à sua família". Em outras palavras, Isaías disse a Ezequias o seguinte: "Se você tem algum orientação a dar sobre a sucessão do trono, ou a respeito de providências domésticas e privadas, faça isso o mais rápido possível". Ezequias estava no meio da vida. Ele subiu ao trono quando tinha vinte e cinco anos de idade, e ele já tinha reinado quatorze anos. É possível que ele não tenha feito nenhum planejamento quanto à sua sucessão, e como isso era muito importante para a paz da nação, Isaías foi enviado para conscientizá-lo da necessidade de deixar bem arranjados todos os negócios do reino, de forma que não houvesse nenhuma anarquia após a sua morte.

A integridade da vida de Ezequias

Imediatamente após o anúncio da sua morte iminente, Ezequias fez uma oração que descortina todo o seu caráter de servo de Deus, que revela toda a sua integridade. Vamos aproveitar o comentário de Barnes sobre a oração desse rei:

E disse: Lembra-te, SENHOR, peço-te, de que andei diante de ti com fidelidade, com inteireza de coração e fiz o que era reto aos teus olhos; e chorou muitíssimo.

[Lembra-te Senhor] O objetivo de Ezequias, evidentemente, era que sua vida fosse poupada,e que ele não fosse subitamente cortado. Ele assim fez menção de sua vida pregressa, sem ostentação, não com o objetivo de justificar-se diante de Deus, mas com o objetivo de apresentar uma razão para que sua vida não fosse cortada. Ele não tinha vivido com muitos dos outros reis de Israel. Ele não patrocinou a idolatria. Ele promoveu uma extensiva reforma entre o povo. Ele tinha exercido sua influência como rei no serviço a Jeová, e sua propósito ainda era esse; e ele, então, orou para que sua vida fosse poupada com a finalidade de poder dar continuidade aos seus planos de reforma entre o povo e para estabelecer o culto a Jeová.

[que andei]. Como ele tinha vivido. Vida, nas Escrituras, frequentemente significa uma jornada, e uma vida de piedade é representada como "andar com Deus" (Gênesis 5:24)

[com fidelidade(verdade)] Em defesa da manutenção da verdade ou da sinceridade.

[e inteireza de coração] Com um coração são, sincero, inteiramente dedicado ao serviço divino. Ele ainda almejava isso; isso era seu grande objetivo. Ele não tinha perseguido seus próprios fins, mas sua influência real tinha sempre sido em favor da religião.

[E fiz o que era reto] Essa declaração concorda inteiramente com o que é dito em 2 Reis 18:3-5

Fica bem claro, portanto, que Ezequias não tinha cometido nenhuma falha ou pecado que pudesse atrair um juízo de morte sobre a sua vida. Sua vida política, familiar e espiritual estava em plena ordem.

Em razão do exposto, só nós resta pedir ao pregador para que ele ponha em ordem a sua lógica interpretativa.


Autor: Cristiano Santana

Fonte: [ http://cristisantana.blogspot.com ]
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Igrejas - ramo religioso não foi atingido pela crise

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Em tempos de crise econômica mundial, podemos observar que o ramo religioso não foi atingido e continua sendo um bom negócio empresarial para pastores, padres, bispos e apóstolos, curandeiros e outros tantos que se auto-denominam representantes de Deus na Terra. Em Palmas, algumas igrejas evangélicas estão construindo seus luxuosos templos, obras consideradas ilegais para o plano diretor, com terrenos doados pela prefeitura.

Quem passa pela avenida LO 05 próximo ao quartel da Polícia Militar pode observar aquela grandiosa obra, invadindo área de domínio público com os limites do estacionamento. Templo da Sara Nossa Terra! Até um desatento acharia estranho, aquela estrutura quase que entrando na pista, num Brasil onde muitos entendem que a coisa pública é coisa sem dono.

Na avenida LO 03, a Videira, considerada a maior igreja evangélica de Palmas (contando cabeças, como se conta gado) também é um exemplo claro de desobediência ao plano diretor. Ainda assim, pregam legalidade e moral num mundo que eles mesmos condenam. Poderiam se desapegar da ostentação do templo!

Pois bem, críticas que partem das igrejas evangélicas contra os católicos não combinam mais com a realidade que os próprios protestantes estão vivendo, os apostólicos romanos são mestres há mais de dois mil anos nesse ramo que envolve dinheiro e riquezas materiais, mas, os evangélicos, em sua maioria caminham para o mesmo rumo, como uma religião capitalista qualquer, onde fé se mistura a fanatismo.

O número de empresas que fecham em Palmas ou no Brasil em no máximo dois anos de vida é alto, mas as igrejas possuem uma receita muito boa com isenção de impostos, muitas vezes se enquadrando como entidades filantrópicas. Assim, dificilmente uma denominação fecha suas portas em Palmas. Se tratando de empresas, bem que os empresários de nossa capital poderiam descobrir a receita desse sucesso financeiro.

Estão desprezando a Deus, o criador dos céus e da Terra, usando o nome Deus tão sagrado, para atrair fiéis, dinheiro e poder. A fé serve tão somente à agitação do fanatismo e captação de recursos e ostentação. Basta analisar como exemplo a Igreja Renascer, que os bispos foram presos por sonegação dos poucos impostos devidos e em seguida o templo de uma de suas igrejas caiu o teto em São Paulo por falta de cuidados. Decadência de um império! A queda do teto pode ser resultado de tantos pecados contra o povo.

Diante disso, podemos começar a entender e interpretar porque alguns cristãos se tornam ateus, agnósticos e afins. A falta de fé nas igrejas, fé nas enganações, riquezas, falta fé em vivenciar na igreja uma missão concreta de melhoria para o social. Dessa forma, os bons, as boas igrejas, que desenvolvem trabalhos sérios e recolhem impostos, que promovem o crescimento espiritual e valores de vivência social tão ausente nos dias atuais, terminam por pagar pelos maus, pela fé desenfreada, fé sem desconfiança, pela ostentação, sonegação, manipulação de massas, barulho e incômodo das igrejas fanáticas evangélicas, tão gananciosas quanto seus pastores.

No entanto, essas igrejas estão muito bem obrigado! Um bom negócio, rentável, redução no pagamento de impostos e gozo de privilégios, escondendo-se atrás do Deus todo poderoso, usando um nome tão sagrado e digno sem um mínimo de respeito por parte de homens que mais se assemelham a verdadeiros assassinos da fé em Deus.

Walquerley Ribeiro, no jornal A Boca do povo.
dica do tom fernandes via twitter
Via [ PavaBlog ]

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Para os adeptos do Repleplé. A invalidade do misticismo.

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Fundo histórico do misticismo

A palavra misticismo é derivada da palavra grega mustikos, que significa alguém iniciado nos mistérios. Posteriormente, foi usada em círculos cristãos como parte da teologia que acredita na comunhão direta da alma com Deus.

No contexto panteísta, geralmente o indivíduo místico é alguém que busca por meio de contemplação e entrega ser absorvido pelo Supremo; na filosofia, refere-se com frequência a alguém que acredita que o conhecimento intuitivo e imediato da realidade última é possível.

Tipos de misticismo.

O misticismo pode ser classificado de várias maneiras. Em temos de cosmovisão, teísta e não-teísta. Há também formas de misticismo na maioria das religiões mundiais. Algumas, tais como o Zen-budismo, são místicas em si. O objetivo aqui é se o misticismo tem algum valor apologético. Isto é, a experiência mística ajuda a estabelecer a verdade do sistema de crença da pessoa que a vive?

A natureza da experiência mística.

Experiências religiosas são notoriamente difíceis de definir. Friedrich Schleiermacher disse que a religião é o sentimento de dependência absoluta do Todo. Paul Tillich definiu religião com o compromisso absoluto. Nossa análise conclui que é a percepção de alguma forma de outro transcendente.

Uma experiência religiosa particular. Experiências religiosas são de dois tipos básicos: gerais e específicas. A primeira está disponível a todas as pessoas, e a segunda, apenas para algumas pessoas. A primeira é pública e a segunda é particular. Experiências místicas são particulares por natureza. Isso não significa que os outros não possam ter experiências semelhantes. Só significa que a experiência é singular para quem a teve. E o público não tem tais experiências a qualquer hora.

Uma experiência religiosa focalizada.

Algumas formas de percepção são gerais e outras, específicas. Por exemplo, a percepção de estar casado é uma experiência geral que a pessoa tem o tempo todo. Mas a percepção de se casar é um experiência especial que a pessoa só tem durante a cerimônia. A experiência mística é mais que isso. É a percepção focalizada e intensificada do Supremo, ao passo que a experiência religiosa geral é como a percepção contínua e geral de Schleiermacher de ser dependente do Supremo.

Uma experiência intuitiva

Experiências místicas de Deus não são cognitivas. Não são mediadas por conceitos ou idéias. Pelo contrário, são imediatas e intuitivas. São contatos diretos com Deus. Como tal, não são discursivas. Não envolvem processos de raciocínio.

Uma experiência inefável.

Apesar de muitos místicos tentarem descrever sua experiência, a maioria logo diz que palavaras são inadequadas para expressá-la. Muitos admitem que só podem dizer o que ela não é. Todas as tentativas positivas são puramente metafóricas, alegóricas ou simbólicas. Ela pode ser vivida, mas não descrita.

O valor apologético das experiências místicas

O misticismo tem valor. Como William James observou, indica um estado além do puramente empírico e racional. Na realidade, formas cristãs de misticismo, tais como a de Meister Eckhart, foram aceitas por muitos cristãos ortodoxos.

No entanto, nossa preocupação aqui é com a reinvidicação dos místicos quanto à veracidade inerente de suas experiências místicas. Eles insistem em que elas são tão básicas quanto percepções sensoriais, sendo um tipo de percepção espiritual. Outros desafiam essa argumentação e oferecem várias razões para rejeitar qualquer valor que tenham tais experiências.

Experiências místicas não autenticam a si mesmas.

Embora não seja necessário negar que há estados mentais transcognitivos, geralmente os místicos afirmam que tais experiências autenticam a si próprias. Isso parece ser uma confusão de duas coisas. As experiências podem ser autenticadoras para a pessoa que a tem, mas não autenticam a si mesmas. Só autentica a si mesmo, como nos primeiros princípios auto-evidentes, o que pode sr conhecido pela investigação dos termos da proposição. Por exemplo: "Todos os triângulos são figuras de três lados" é auto-evidente porque o predicado diz exatamente o que o sujeito diz. Mas não há tal semelhança numa experiência mística com Deus.

A experiência mística não é objetiva.

Os próprios místicos admitem que as experiências que têm não são públicas, mas particulares. Então, são subjetivas, e não objetivas. Experiências subjetivas, no entanto, têm validade apenas para o sujeito que as vive. Como William James mencionou em sua obra clássica Variedades de Experiência Religiosa, experiências místicas não têm autoridade sobre as pessoas que não as vivem.

Experiências místicas não são verificáveis

Já que experiências místicas nâo têm uma base objetiva, também não podem ser testadas. Sendo subjetivas por natureza, não há teste objetivo para elas. Logo, estão totalmente relacionadas aos indivíduos que as têm. Por isso, não há maneira de aplicar validamente a outros o que o sujeito experimenta.

Experiências místicas se anulam

Quando uma experiência mística é usada para apoiar a reinvidicação da verdade do sistema de crença de quem a vive, isso não tem valor pela simples razão de que pessoas com sistemas de crença diferentes têm experiências místicas. Mas se o mesmo tipo de evidência é usado para apoiar crenças opostas, ela anula a si mesma. A evidência deve ser singular para uma pessoa em contrate com outras, de modo a validar uma, e não a outra.

Experiências místicas podem ser mal-interpretadas

Não há aqui nenhuma tentativa de negar que algumas pessoas têm experiências místicas. E não negamos que elas possam achar que tais experiências são autênticas. Nem desafiamos o fato de que possa lhes parecer que elas têm explicação.

Apenas argumenta-se que não há evidência disso. Experiências semelhantes de pessoas de cosmovisões diferentes parecem vindicar as próprias cosmovisões ou sistemas religiosos. Todavia, esse fato demonstra que não há autenticação, já que opostos não podem ser verdadeiros. Em resumo, tais experiências não se auto-identificam e, portanto, podem ser erroneamente identificas por aqueles que as têm.

Fonte: [ Enciclopédia de Apologética Norman Geisler ]
Via: [ http://cristisantana.blogspot.com ]

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A retórica do discurso evangélico

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Os líderes evangélicos dizem que igreja não salva ninguém.
Mas não acreditam realmente que alguém que não frequenta igreja alguma possa ser salvo.

Os líderes evangélicos dizem que Deus ama quem dá $ com alegria.
Mas não acreditam que um irmão pode estar precisando exatamente do contrário: receber

Os líderes evangélicos dizem que não existe representante de Deus na Terra.
Exceto quando se trata do dízimo, pois, ao não entregá-lo para a instituição religiosa, o crente está roubando a Deus.

Os líderes evangélicos dizem que o exame das escrituras é livre.
Mas não aceitam a exposição de opiniões e interpretações diferentes na Escola Dominical.

Os líderes evangélicos dizem que o sacerdócio é universal.
Mas não acreditam que ovelhas possam viver sem se submeter às autoridades eclesiásticas.

Os líderes evangélicos dizem que Deus odeia o pecado e ama o pecador.
Mas não acreditam que Deus possa amar aos “gentios” tanto quanto aos crentes.

Os líderes evangélicos dizem que não existe “pecadinho” e nem “pecadão”.
Mas disciplinam irmãos por causa de alguns pecados considerados mais graves e ignoram outros pecados tidos como menos graves.

Os líderes evangélicos dizem que é preciso amar ao próximo como a ti mesmo.
Mas pensam que o “próximo” se refere somente aos seus irmãos de fé e não aos que confessam outra (ou nenhuma) fé.

Os líderes evangélicos pregam que é preciso dar a outra face ao inimigo.
Mas não fazem desta maneira com grupos pró-aborto, macumbeiros, homossexuais e ateus.

Os líderes evangélicos dizem que Deus é soberano e sua vontade é o melhor.
Mas não tem temor ao aconselhar ao rebanho a exigir que Deus “olhe para eles” para poder tomar posse das benção$.

Os líderes evangélicos pregam que Jesus foi pobre, andou com pecadores, venceu o diabo no deserto e sofreu morte de cruz.
Mas te fazem acreditar que você está pobre (ou no leito da morte) porque não tem fé. Provavelmente está endemoniado e anda com pecadores.

Viver e liderar um evangelho assim é fácil, não?

fonte: [ blog Sal com pimentas ] via [ PavaBlog ]

Sem generalizar, concordo plenamente com o texto.
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Caravanas para favelas.

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Ao refletir nestas imagens tristes acima, fico pensando no quanto temos feito pouco para ajudar o nosso próximo. Muitas vezes gastamos o nosso dinheiro em coisas supérfluas, em algo que poderíamos abrir mão para contribuir de alguma forma e ajudar essas pessoas que precisam. Não tem como pensar em cristianismo verdadeiro e se esquecer da responsabilidade que temos em ajudar nossos irmãos em Cristo mais carentes (e olha que tem muitos na Igreja). Basta lembrar de algumas passagens que abordam a questão social (Pv 29:7 e 31:9, Mc 10:21, Lc 6:20, At 4:34-35, Rm 15:26, Gl 2:10, Tg 2:5 e 14-26). Quem ama o próximo verdadeiramente nunca deve se esquecer deste princípio Cristão.

Paralelamente, fico lembrando de um modismo que está virando "febre" no meio gospel nacional, um vício anual para alguns "pregadores" tupiniquins. Falo das famosas caravanas para Israel que ocorrem todos os anos, muitas delas organizadas por alguns dos principais "expoentes" do meio eclesiástico de nosso país. Caravanas caríssimas e confortáveis que, além dos hoteis de luxo e passeios turísticos com refeições fartas, ocorrem os mais esquisitos rituais místicos e fetichiosos, ministrados na sua maioria por neopentecostais. E ainda dizem que as viagens são feitas em cima de uma "direção profética".

São tantas as caravanas que eu até perdi a conta. Todas elas são organizadas anualmente para o "povo Cristão" visitar a terra santa. Para se ter uma idéia, uma viagem para Israel custa em média U$2.500,00 (R$5.500,00). Fora as despesas extras, principalmente quando acontece algum "evento gospel" em Israel.

Não tenho nada contra viagens turísticas para Israel com a intenção de conhecer a terra Bíblica, eu mesmo gostaria de um dia conhecer esta terra histórica. Porém transformar isso em uma rotina mística anual não tem sentido. Pior ainda se ocorrer esbanjamentos exagerados nos "prazeres" e esquecer de ajudar a quem precisa de verdade. Tem líderes que vão todos os anos para Israel como se fosse parte de um roteiro ritualístico "eclesiástico profético", como se Deus só respondesse as orações feitas no Monte Sinai, como se os (re)batismos nas águas Israelitas fossem algo primordial para os Cristãos (muitos se rebatizam nas águas quando visitam Israel), como se os objetos trazidos da terra santa fossem milagrosos.

Além de excursões turísticas, agora está na moda também organizar eventos evangélicos em Israel. Imaginem a fortuna que é despejada nestes "projetos proféticos"? (veja aqui). Um verdadeiro entretenimento go$pel. Tudo do bom e do melhor para aqueles que querem diversão, conveniência e conforto.

Agora pergunto: porque não fazem uma caravana para os países pobres do mundo? Ou então porque não enviam o dinheiro dessas caravanas e "eventos internacionais" para os missionários que estão no campo pelo mundo afora sofrendo e sendo perseguidos, precisando urgentemente de suprimentos para continuar a obra de evangelização e ação social nos países onde residem? Ou então porque não ajudam os pobres que vivem em condições de miséria aqui no Brasil?

Se todo esse esforço financeiro para viajar todos os anos e para fazer esses eventos "proféticos" em Israel fossem revertidos em arrecadação de alimentos ou de ajuda para os mais pobres, imaginem o quanto seria benéfico para as famílias pobres e carentes de nosso país e de outros países?

Não consigo entender como alguém pode gastar quase 6.000,00 Reais em uma viagem dessas e ignorar o próprio "quintal" de seu país onde há milhares de famílias e crianças passando fome! Como alguém que se diz "Cristão" pode morar em uma mansão milionária dentro de um condomínio fechado enquanto muitas crianças dormem na rua debaixo do frio e do perigo? Como alguém tem coragem de falar que Deus lhe fez "prosperar financeiramente" por causa da aquisição de um carro importado e bens materiais, sendo que existem famílias que não tem ao menos um teto para morar, nem comida para se alimentar? Aposto que vão falar que a pobreza vem do diabo... só se for por causa da "maligna" omissão de quem tem condições e obrigação de ajudar e não ajuda.

Precisamos repensar e refletir nas passagens Biblicas citadas nesta postagem e começar a organizar algumas "caravanas para favelas".



Autor: Ruy Marinho
Fonte: [ Bereianos ]

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Eu não evangelizo...

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Se evangelizar é encontrar uma pessoa na rua e com toda cara de pau dizer "Jesus te ama" e dar as costas, eu não evangelizo.

Se evangelizar é tocar hino nas praças e ir para casa se achando o máximo, eu não evangelizo.

Se evangelizar é ir numa marcha para fazer propaganda de igreja e cantores, eu não evangelizo.

Se evangelizar servir para arrastar pessoas para igreja quando tem festinhas com comida e montar esquemas para ela se sentir bem-vinda somente naquele momento, eu não evangelizo.

Se evangelizar é entregar folhetos que serão jogados no chão e criará mais sujeira nas ruas, eu não evangelizo.

Se evangelizar é pregar com base para embutir culpa nas pessoas bombardeando-as com idéias de pecado e conseqüentemente o inferno para os maus e céu para os bons, eu não evangelizo.

Se evangelizar é convencer as pessoas a se protegerem do mundo dentro de uma igreja que acaba se tornando um bunker contra toda guerra espiritual e ofensivas do diabo, eu não evangelizo.

Se evangelizar é sistematizar o Evangelho, eu não evangelizo.

Agora se evangelizar é caminhar junto, estar presente na vida das pessoas, ser ombro amigo, chorar e rir em vários momentos, então eu creio que eu evangelizo.

Afinal entendo que o maior evangelismo de Cristo, foi estar ao lado, foi comer junto e presenciar toda a aflição e alegria do teu próximo.

Creio que evangelizar é sinônimo de relacionamento. O verdadeiro evangelho não é feito de seguidores e sim de amigos.

Portanto, se evangelizar é partilhar o pão nosso de cada dia, eu evangelizo.

Fonte: [ Lion of Zion ]


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Pornografia "gospel"?

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Pornografia Gospel

Entendendo que o termo pornografia deriva do grego πόρνη (pórne) “prostituta” e γραφή (grafé), representação, podemos enxergar que esta expressão pode e deve ser usada para denominar diversas atitudes que se tornaram comum no meio cristão evangélico. Quando me passava pela cabeça o termo “pornografia evangélica”, naturalmente pensei nos livros, pregações e artigos que a igreja contemporânea tem publicado defendendo seu lado “prostituta” de ser.

Só os olhos de Cristo para nos chamar (igreja) de PURA, SANTA E VERDADEIRA. Porém quando estou quase convencido de que já produzimos toda sorte de prostituição e heresias, eis que encontramos “irmãos” (se é que ainda podemos de fato os considerar como parte da família da fé) reinventando velhas práticas. Como se por pior que a situação esteja, ainda faltassem pequenos detalhes neste grande quadro em que estamos sendo retratados, chamado Babilônia.

Após fazer um estudo sobre pessoas que foram excomungadas da igreja nos seus primeiros 300 anos de existência devido à disseminação de doutrinas contrárias ao evangelho, fiquei muito surpreso em constatar que não criamos nada de novo nos últimos 100 anos. Tudo parece ser uma versão atualizada daquilo que já foi pensado anteriormente. E agora não é diferente.

Recebi um ensaio defendendo a produção de filmes pornográficos cristãos. É. Desta vez é sério. Desde que me converti cito a possibilidade de fazer tais filmes como uma piada ridícula e sem graça. Mas pelo jeito alguém está levando esta idéia mais a sério do que deveria. Defendendo argumentos superficiais como “podemos ilustrar como as práticas sexuais e sensuais devem ser”, pessoas estão dedicando sua vida à produção de filmes eróticos para o público evangélico.

Você também sente vergonha de ser evangélico ou sou só eu?

Para que uma mentira seja realmente uma boa mentira, ela precisa de uma fundamentação retórica básica que a disfarce em verdade. Pois os produtores destes filmes pornográficos criaram diretrizes para amenizar o peso da consciência dos cristãos que ainda se sentem culpados por consumir este tipo de material. Criaram regras. Como por exemplo exigir que os casais utilizados nos filmes sejam casados. E só poderão manter relações sexuais entre si, com excessão (ah… sempre tem que haver uma excessão!) de cenas com o intuito de mostrar como não vale a pena se envolver em uma relação extra-conjugal.

Toda vez que tentamos metrificar a fé, inevitavelmente cometemos grandes erros. Se já não bastasse as tentativas de criar doutrinas e práticas que sirvam como termômetro de nossa espiritualidade, agora também iremos permitir que materiais de cunho pornográfico metrifiquem o que vem a ser modelos sexuais e sensuais SAUDÁVEIS. Não basta mais desejar ter o carro que o super-crente tem. Agora queremos padronizar as coisas mais íntimas e pessoais que Deus criou. Deturpando cada vez mais o conceito do que vem a ser sexualidade. Deixando no esquecimento o entendimento de que a sensualidade pode erroneamente ser confundida com “intimidade”. Parece que estamos preferindo ignorar que sensualidade é igual crack: não existem quantidades consideradas seguras para o consumo.

Ou levamos a sério esta proposta de evangelho integral, ou mais uma vez permitiremos que a fé cristã seja diluída. Ou quebramos os tabus para abordarmos a sexualidade do indivíduo dentro das igrejas, ou estaremos condenados a tolerar o convívio com pessoas que inundarão o mundo com pensamentos liberais extremistas.

Me consola saber que depois da próxima curva, talvez eu encontre a linha de chegada. Mas o que me assusta, é que talvez esta corrida seja mais longa do que eu esperava. De qualquer forma, estendo meus temores a quem mais se sente angustiado por conta das práticas que se tornam cada dia mais comuns neste mundo.

O que VOCÊ vai fazer para vacinar as pessoas contra esta proposta mentirosa de confundir sexualidade com sensualidade?

“Eu lhes dei a tua palavra; e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno. Eles não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviarei ao mundo.” (João 17:14-18)


Autor: Ariovaldo Jr.
Fonte: [ www.ariovaldo.com.br ]


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Silas e Jabes juntos com Valdomiro Santiago

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Dica de Claudio Pimenta.



Silas Malafaia e Jabes Alencar juntos com "Apóstolo" Valdomiro Santiago.

Valdemiro Santiago, que era bispo da IURD, é fundador e líder da igreja mundial do poder de Deus, denominação que vem crescendo "absurdamente" na televisão. Só para se ter uma idéia da "grana" que rola, eles compraram recentemente 22 horas de programação do canal de televisão 21, pertencente ao grupo Bandeirantes. Santiago é um típico neopentecostal. Segundo ele, sua ênfase é em "sinais e maravilhas" e o público "alvo" de sua denominação são as classes "D" e "E", ou seja, o povo mais humilde e pobre. Suas práticas místicas e fetichiosas se assemelham com a sua antiga igreja IURD, justificando assim a sua "formação eclesiástica".

Esta visita de Malafaia e Jabes na Igreja de Valdomiro seria uma junção visando a unidade ecle$iá$tica? Que estranho...


Ruy Marinho
Fonte: [ Bereianos ]
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Quero entender...

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01. Quero entender porque em muitos cultos os grupos de louvores cantam hinos com letras de adoração e melodia suave, mas nada acontece. Agora, no momento que uma cantora de voz grave entoa uma música com letras triunfalistas e melodia de forró... O “fogo cai”. Quero entender, mas não consigo!

02. Quero entender como um bispo neopentecostal faz declarações pró-aborto, mas muitos evangélicos toleram tais fatos e consideram esse líder parte da comunidade evangélica. Quero entender, mas não consigo!

03. Quero entender como parte da comunidade evangélica abraça o “evangelho da saúde e prosperidade”, tornando a cristandade semelhante as outras religiões pagãs e suas relações mercantilistas com os deuses. Quero entender, mas não consigo!

04. Quero entender porque todos os dias um pastor-radialista pede dinheiro para pagar seu programa. O fato é que sempre a parcela está vencendo amanhã. Será que o contrato com essa emissora é diário? Seria uma rádio diarista? Estranho! O pior sempre é a promessa que quem colaborar com o programa, Deus recompensará em até uma semana! Ou seja, prazo marcado ou o seu dinheiro de volta? Agora, porque o radialista não faz aquilo que pede aos ouvintes, assim não precisaria fazer apelos diários. Não é verdade? Agora, mais estranho de tudo isso é a existência de colaboradores. Quero entender, mas não consigo!

05. Quero entender esses cursos de teologia por correspondência. Prometer um bacharelado em seis meses? Como é possível resumir quatro anos em um único semestre? Como entender esses “doutores” que nunca defenderam uma tese?
Isso está soando como malandragem! Quero entender, mas não consigo!

Algumas outras coisas quero entender...

Autor: Gutierres

Fonte: [ Teologia Pentecostal ] via [ Blog Sem Forma! ]

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