Um Feliz Natal aos homens de bem

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Vivemos tempos difíceis. Alguns líderes evangélicos simplesmente perderam a noção do sagrado, da Palavra. Sobram aberrações teológicas, interpretações pessoais da Bíblia e infantilidades espirituais. Enquanto alguns pregam heresias, outros no afã de afastar-se das "novidades, revelamentos e visagens" preocupam-se em desmistificar festas e comemorações. Deus tem chamado um povo que viva centrado no Evangelho.

O Natal é uma festa cristã - no sentido do Deus encarnado. Jesus nasceu para trazer vida e portanto a data deve ser lembrada nas igrejas, nas casas e famílias como uma oportunidade de reflexão sobre o verdadeiro significado do Natal. Se a Igreja não contar a verdadeira história do Natal quem contará? O mundo está interessado no vasto Reino de Noel. Se o nascimento de Jesus não aconteceu em 25 de dezembro -e, não o foi, a morte de Cristo também não aconteceu na sexta-feira santa, da forma como o mundo cristão a comemora. Que são as datas? Apenas lembranças. E, essas lembranças a igreja deve trazer sempre presente. Não podemos, jamais, cair em armadilhas pseudocristãs. O Natal precisa ser comemorado com uma data de reflexão. Portanto comemore o Natal refletindo sobre o amor de Deus, porque nada vale se o amor de Cristo não balizar as intenções do coração.

Um bom Natal com a graça de Cristo. Nada façamos por vanglória, mas que o amor d`Ele possa ser o nosso árbitro, discernindo as intenções do coração.

"Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo oque preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir" - Martinho Lutero

Pr. Jair Pedroso
IBN Ebenézer - Casca-RS
Escritor autor de 16 livros, jornalista e radialista.
Fonte: [ Blog do autor ]

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Os excluídos do Natal

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Que paradoxo! Cristo veio trazer a Paz, e o povo escolheu esse “frenesi” caótico do TER, que se prolonga por todo o mês de dezembro, culminando com o rega-bofe do dia magno da cristandade. As Boas Novas de paz para os homens, nessa época, vem sendo substituída por um espetáculo consumista e hedonista, que por instantes, encantam os olhos e entorpecem os corações.

É nos dias que antecedem a esta festa, que a tranqüilidade vai às favas. As ruas são transformadas em um caldeirão fervente de balbúrdia e correrias sem sentido. As nossas cidades, nessa época, não diferem muito da atual Belém da Judéia, cujas ruas e vielas ficam tomadas por um formigueiro de gente de todas as nacionalidades, que ali vai adorar, mais ao deus “Mamon” que ao Deus Cristão.

A epopéia do casal Maria e José ─ os excluídos da sociedade judaica que não tiveram direito a uma estalagem para abrigar o seu filho Jesus que estava prestes a nascer, hoje, são simbolizados por aqueles que nesse Natal estão longe das mesas repletas de guloseimas e vinhos; por aqueles que estão bem distantes do burburinho da cidade engalanada e repleta de efêmeros atrativos. O drama dos pais de Jesus que não foram acolhidos pela sociedade daquela época, se repete hoje na pele dos excluídos de nossa sociedade.

O vídeo que segue abaixo aponta para aquilo que muitas vezes nos recusamos a ver. Ele obriga-nos a confrontar nossas próprias mazelas, nossa miséria social e afetiva, nossa hipocrisia em relação aos excluídos e marginalizados. O conteúdo da gravação contradiz a nossa religiosidade e vinculação com o transcendente que, em analogia ao nosso Hino Nacional, “está entorpecida e deitada eternamente em berço esplêndido”. Eles, os excluídos, tão somente nos revelam grandes verdades que o espelho distorcido e deformado de nossas consciências teima em não enxergar.

Ao assistir a este vídeo, veio imediatamente a minha mente as palavras de Cristo: “...tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber; fui desprezado e não me recolhestes; estive nu e não me vestistes; estive enfermo e preso e não me visitastes.”




Autor: Levi B. Santos
Fonte: [ Ensaios & Prosas ]

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Chorando pelas almas enganadas

O Cristão e a sua conduta

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O que a graça de Deus tem haver com a nossa conduta como cristãos?

Para muitos, a nossa conduta nada tem haver com a graça de Deus. Com isto, a nossa maneira de viver social, nada tem haver com a salvação. Portanto, salvo sempre salvo, não importando a maneira com que levo a vida. Estas pessoas sempre foram conhecidas no cristianismo primitivo. Judas escreve a respeito destes indivíduos que dicotomizaram a graça da conduta cristã. Judas escreve: “Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo” (Jd. 4 – Grifo meu). Não quero julgar ninguém quanto à salvação, porém, devemos analisar por dentro das Escrituras, que mesmo nós sendo alvos da graça de Deus, devemos sim, apresentar uma conduta diferente dos moldes do mundo secular. Não com o intuito de obter a salvação diante de Deus, mas com o intuito de anunciar a Cristo mediante testemunho pessoal. A nossa maneira de falar, agir, ouvir, e viver, poderá contribuir para o anuncio do Evangelho de Cristo. Como bem disse Santo Agostinho: “pregue o Evangelho, se preciso for, use palavras”.

A graça salvífica proveniente de Deus, não gera somente a salvação, mas juntamente com a salvação, esta graça gera um verdadeiro arrependimento e transformação de caráter: “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Co. 5: 17). Esta graça mediante o Espírito Santo, nos direciona a vivermos de maneira honrosa, contrariando a conduta imposta pelo atual sistema. A graça gera em nós responsabilidades comportamentais, e estas responsabilidades somente são possíveis de serem alcançadas, por meio da mesma graça. Paulo sempre mostrou preocupação quanto à conduta dos cristãos.

Um pequeno exemplo de vários dentro das Escrituras, é a carta de Paulo ao Efésios. No capítulo 5, ele transcreve uma pequena lista de responsabilidades que os cristãos deveriam demonstrar após passarem pela cruz do calvário. A respeito das palavras de baixo escalão, ou palavrões. Paulo recomenda: “Não usem palavras indecentes, nem digam coisas tolas ou sujas, pois isso não convém a vocês” (Ef. 5: 4 – NTLH). Aos Colossenses ele adverte: “Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar” (Cl. 3: 8 – Grifo meu). Paulo ainda traça um paralelo entre a antiga vida que levávamos com a atual com Cristo: “Antigamente vocês mesmos viviam na escuridão; mas, agora que pertencem ao Senhor, vocês estão na luz. Por isso vivam como pessoas que pertencem à luz” (Ef. 5: 8 – Grifo meu). No capítulo anterior da mesma carta Paulo lembra ainda dentro do mesmo sentido: “...quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano” (Ef. 4: 22 – Grifo meu). Pedro em sua carta, também revela sua preocupação quanto à conduta cristã: “....não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância” (I Pd. 1: 14 - Grifo meu). Paulo e Pedro tiverem sempre algumas divergências concernentes à conduta. Porém, ambos concordavam em algo: “O cristãos deve possuir uma conduta diferente de sua vida antes de Cristo”.

Lembrando: Mesmo eu tendo uma conduta exemplar estando fora de Cristo, isto não implicará em salvação para minha alma. Pois a salvação é graça de Deus, mediante a fé em Cristo Jesus. Quando sou alvo da graça salvífica de Deus, obviamente, esta mesma graça me impelirá a uma conduta exemplar. A ênfase excessiva à conduta exterior pode nos levar ao legalismo farisáico. Portanto, saibamos agir com sabedoria, sabendo discernir os extremos. A conduta exemplar é uma ação graça divina. Portanto, a graça divina nos constrange a uma conduta exemplar.

Autor: Vitor Hugo da Silva
Fonte: [ As Perícopes do cotidiano Cristão ]

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Reflexão sobre o Natal!

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Devem os cristãos celebrar o Natal? Um bom número de seitas e novas igrejas que professam seguir a Cristo, insistem que o Natal é uma festa pagã o qual todos os verdadeiros cristãos devem afastar-se.

Provavelmente a mais notável destas religiões são as Testemunhas de Jeová, que publicam ferroados ataques sobre a celebração do Natal ano após ano. No entanto, estes grupos não estão sós na sua condenação destes feriados religiosos mais populares.

Muitos cristãos evangélicos também acreditam que o Natal é uma celebração pagã, vestindo “roupas cristãs”. Enquanto muitos cristãos marcam o Natal como um dia especial para adorar a Cristo e dar graças pela Sua entrada no mundo, eles rejeitam qualquer coisa que tenha a ver com Papai Noel, árvores de Natal, troca de presentes e tal.

Existem bases bíblicas para rejeitar tudo ou parte do Natal? Qual deve ser a atitude dos cristãos neste assunto? Essa pergunta que está diante de nós.

A resposta dada aqui é de que, enquanto certos elementos da tradição Natalina são essencialmente pagão, eles devem ser rejeitados (especialmente as bebidas e imoralidades, na qual o mundo se acham dona naquele período do ano), o Natal em si e muitas das tradições associadas com ele, pode ser celebrado pelos cristãos que tem uma consciência clara. Aqueles que se inclinam a rejeitar fora de mão, tal posição, podem estar interessados em saber que, durante um tempo este escritor teria concordado com eles. Um exame minucioso destes assuntos incluídos, no entanto, conduz a uma conclusão diferente.


Celebrando o aniversário de Jesus

O argumento básico e comum apresentado contra o Natal, é de que não se encontra na Bíblia. Muitos cristãos, e também grupos como as Testemunhas de Jeová, sentem de que ao não estar mencionado nas Escrituras, não é portanto para ser observado. De fato, as Testemunhas argumentam que desde que as únicas pessoas na Bíblia que celebravam o seu aniversário onde Faraó (Gn 40:20-22) e Herodes (Mt 14:6-10), Deus tem uma visão obscura a respeito de celebrações de aniversário em geral.

Sendo assim, eles sentem, que Deus não aprovaria a celebração do aniversário de Jesus.

Em resposta a estes argumentos, algumas coisas precisam ser ditas. Primeiro de tudo, o fato é que a Bíblia nada diz contra a prática de celebração de aniversários. O que foi mau nos casos de Faraó e Herodes, não era o fato de celebrarem seus aniversários, mas, sim as práticas más nos seus aniversários (Faraó matou o chefe dos padeiros, e Herodes matou João Batista). Segundo, o que a Bíblia não proíbe, seja explicitamente ou por implicação de alguns princípios morais, é permitido ao cristão, enquanto for para edificação (Rm 13:10; 14:1-23; I Co 6:12; 10; 23; Col 2:20-23; etc.). Portanto, desde que a Bíblia não proíbe aniversários, e eles não violarem princípios bíblicos, não há base bíblica para rejeitar aniversários. Pelo mesmo motivo, não há razões bíblicas para rejeitar completamente a idéia de celebrar o aniversário de Jesus.


25 de Dezembro

Outra objeção comum ao Natal está relacionado com a guarda de 25 de dezembro como sendo o aniversário de Cristo. Freqüentemente instam que Cristo não podia ter nascido no dia 25 de dezembro (geralmente porque os pastores não teriam seus rebanhos nos campos de noite naquele mês), portanto, no dia 25 de dezembro, não podia ter sido seu aniversário. Como se isso não bastasse é também apontado de que 25 de dezembro era a data de um festival no Império Romano no quarto século, quando o Natal era largamente celebrado nesse dia.

É verdade que parece não haver evidência como sendo o aniversário de Cristo nessa data.

Por outro lado, tem sido demonstrado que tal data não é impossível, como é suposto normalmente.

Contudo, pode ser admitido de que é altamente improvável que Cristo realmente tenha nascido em dezembro 25.

Este fato invalida o Natal? Realmente, não. Não é essencial para a celebração de aniversário de alguém, que seja comemorado na mesma data do seu nascimento. Os americanos comemoram os aniversários de Washington e Lincoln na terceira Segunda-feira de Fevereiro todos os anos, ainda que o aniversário de Lincoln era no dia 14 de Fevereiro e o de Washington, 22 de Fevereiro. Se tivesse certeza de que Cristo realmente nasceu digamos, em 30 de abril, deveríamos então celebrar o Natal naquele dia? Enquanto que não haveria nada de errado com tal mudança, não seria necessário. O propósito é o que importa, não a atual data.

Mas, e com respeito ao fato de ser 25 de dezembro a data de um festival pagão? Isto não prova que o Natal é pagão? Não, não o prova. Em vez, prova que o Natal foi estabelecido como um rival da celebração do festival pagão. Isto é, o que os cristãos fizeram era como dizer, “Antes do que celebrar em imoralidade o nascimento de Ucithra, um falso deus que nunca nasceu realmente, e que não pode lhe salvar, celebremos com alegre justiça o nascimento de Jesus, o verdadeiro Deus encarnado que é o Salvador do mundo.”

Algumas vezes, se insta a que se tome um festival pagão tentando “cristianizá-lo” é insensatez. No entanto, Deus mesmo fez exatamente isso no Antigo Testamento. A evidência histórica nos mostra conclusivamente, que algumas festas dadas a Israel por Deus através de Moisés eram originalmente pagãs, os festivais agriculturais, os quais eram cheios de práticas e imagens idólatras.

O que Deus fez com efeito, era estabelecer festividades os quais tomariam o lugar dos festivais pagãos, sem adotar nada da idolatria e imoralidade associado com ela.

Poderia dar a impressão, então, que em princípio nada há de mal em fazê-lo, se tratando do Natal.


Santa Claus (Papai Noel)

Provavelmente a coisa que mais incomoda aos cristãos sobre o Natal mais do que qualquer coisa, é a tradição do Papai Noel. As objeções para esta tradição inclui o seguinte: [1] Papai Noel é uma figura mística incluído com atributos divinos, incluindo onisciência e onipotência; [2] quando as crianças aprendem que Papai Noel não é real, eles perdem a fé nas palavras dos seus pais e em seres sobrenaturais; [3] Papai Noel distrai a atenção de Cristo; [4] a história de Papai Noel ensina as crianças a serem materialistas. Em face a tais objeções convincentes, pode-se dizer algo de bom do Papai Noel.

Antes de examinar cada uma destas objeções, deve se notar que, o Natal pode ser celebrado sem o Papai Noel. Retire Papai Noel do Natal e o Natal permanece intacto. Retire Cristo do Natal, no entanto, e tudo que sobre é uma festa pagã. Sejam quais forem nossas diferenças individuais de como tratar o assunto de Papai Noel com as nossas crianças, como Cristãos nós podemos concordar com este tanto.

1.) Não existe dúvida alguma de que Papai Noel na sua presente forma, é um mito, ou conto de fada. No entanto, houve realmente um Papai Noel o nome “Santa Claus” é uma forma anglosaxona do Holandês, Sinter Klaas, que por sua vez significava “São Nicolau”.

Nicolau foi um bispo cristão, no quarto centenário, sobre quem pouco sabemos por certo. Ele aparentemente, assistia ao Concílio de Nicéia no AD. 325, e uma forte tradição sugere que ele demonstrava uma singular bondade para com as crianças. Enquanto que o velho vestido de vermelho puxando um trenó conduzido por veado voador é um mito, a história de um velho amante de crianças que lhes trouxe presentes, provavelmente não é - e em muitos países, é só isso que “Santa Claus” é.

Deve-se admitir que contar às crianças que Papai Noel pode vê-los em todo tempo, e de que ele sabe se eles foram bons ou maus, etc... está errado. Também é verdade que os pais não deviam contar a seus filhos a história de Papai Noel como se fosse uma verdade literal. Contudo, as crianças com menos de sete ou oito anos, podem brincar de “fazer de conta” e tirar disso divertimento como se elas pensa-se que é real. De fato, a essa idade elas estão aprendendo a diferença entre o faz de conta e a realidade. Crianças mais jovens ficarão fascinadas pelos presentes que são descobertos na manhã de Natal, debaixo de uma árvore a qual lhes foi dito que são do “Papai Noel”, porém, eles não tirarão conclusões sobre a realidade de Papai Noel por meio destas descobertas.

2.) Quando as crianças aprenderem que Papai Noel não é real, poderá perturbá-los um pouco, somente se os pais lhes disseram que ele realmente existe e que ele faz tudo que se pretendia dele. É por isso que deve-se dizer às crianças que Papai Noel é faz de conta, tão logo elas tenham idade suficiente para fazer perguntas a respeito da realidade.

Antes de ser uma pedra de tropeço para acreditar no sobrenatural, ele pode ser um trampolim. Diga às crianças que enquanto Papai Noel é uma faz de conta, Deus e Jesus não são. Diga-lhes que, enquanto Papai Noel só pode trazer coisas que os pais podem comprar ou fazer, Jesus pode lhes dar coisas que ninguém pode – um amigo que sempre está com eles, perdão para as coisas más que eles fazem, vida num lugar maravilhoso com Deus para sempre, etc.

3.) Siga as sugestões acima e não mais será Papai Noel um motivo para distraí-los de Cristo. Diga a seus filhos porque Papai Noel dá presentes, e porque Deus nos deu o presente mais maravilhoso, Cristo.

4.) Pelo contrário, a história de Papai Noel é melhor contada quando é usada para encorajar as crianças a ser abnegadas e generosas.


Árvores de Natal

Um dos poucos elementos sobre a celebração tradicional do Natal, dos que se opõe a isso, afirmam o que diz na Escritura sobre árvores de Natal. Especificamente pensa-se que em Jeremias 10:2-4 Deus explicitamente condenava árvores de Natal: “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais dos céus, embora com eles se atemorizem as nações. Porque os costumes dos povos são vaidade; cortam do bosque um madeiro, e um artífice o lavra com o cinzel.”

Certamente há uma semelhança entre a coisa descrita em Jeremias 10, e a árvore de Natal. Semelhança, no entanto, não é igual a identidade. O que Jeremias descreveu era um ídolo – uma representação de um falso deus – como o verso seguinte mostra: “Como o espantalho num pepinal, não podem falar; necessitam de que os levem, pois não podem andar. Não tenhais receio deles; não podem fazer o mal, nem podem fazer o bem.” (v.5)

A passagem paralela em Isaías 40:18-20 esclarece que o tipo de coisa que Jeremias 10 tem em mente, é na verdade um objeto de adoração: “Também consumirá a glória da sua floresta, e do seu campo fértil desde a alma até o corpo; será como quando desmaia o doente. O resto das árvores da sua floresta será tão pouco que um menino as poderá contar. Naquele dia os restantes de Israel, e os que tiverem escapado da casa de Jacó, nunca mais se estribarão sobre aquele que os feriu, mas se estribarão lealmente sobre o Senhor, o Santo de Israel.” (Is 10:18-20)

Assim, a semelhança é meramente superficial. A árvore de Natal não se origina de adoração pagã de árvores (o qual foi praticada), porém, de dois símbolos explicitamente cristãos, do Ocidente da Alemanha Medieval.

A Enciclopédia Britânica explica o seguinte:A moderna árvore de Natal, em hora, se originou na Alemanha Ocidental. O principal esteio de uma peça medieval sobre Adão e Eva, era uma árvore de pinheiro pendurada com maças (Árvore do Paraíso) representando o jardim do Éden. Os alemães montaram uma “árvore do Paraíso” nos seus lares no dia 24 de dezembro, a festa religiosa de Adão e Eva. Eles penduravam bolinhos delgados (simbolizando a hóstia, o sinal cristão de redenção); as hóstias eventualmente se transformaram em biscoitos de vários formatos. Velas, também, eram com freqüência acrescentadas como símbolo de Cristo. No mesmo quarto, durante as festividades de Natal, estava a pirâmide Natalina, uma construção piramidal feito de madeira com prateleiras para colocar figuras de Natal, decorados com sempre-verdes, velas e uma estrela. Lá pelo 16º século a pirâmide de Natal e a árvore do Paraíso tinham desaparecido, se transformando em árvore de Natal.

Mais uma vez, não há nada essencial sobre a árvore de Natal para celebrar o Natal. Como o mito moderno de Papai Noel, é uma tradição relativamente recente; as pessoas celebravam o Natal durante séculos sem a árvore e sem o semi-divino residente do Polo Norte.

O que é essencial ao Natal é Cristo. No entanto, isso não quer dizer que devemos jogar Papai Noel e a árvore fora de vez. Neste assunto temos liberdade cristã para adotar estas tradições e usá-los para ensinar os nossos filhos sobre Cristo, ou para celebrar o nascimento de Cristo, sem elas.

Nesse caso, não há nenhuma obrigação para celebrar seu aniversário também, desde que não é ordenado para nós na Escritura.

Todavia, seria estranho de fato, se alguém que foi salvo pelo filho de Deus, não se regozijar-se em pensar no dia que Sua encarnação manifestou-se pela primeira vez ao mundo naquela noite santa.


Curiosidades

A frase "Feliz Natal" em várias línguas

albanês - Gezur Krislinjden

alemão - Frohe Weihnachten

armênio - Shenoraavor Nor Dari yev Pari gaghand

basco - Zorionak

catalão - Bon Nadal

coreano - Chuk Sung Tan

croata - Sretan Božic

castelhano - Feliz Navidad ou Felices Pascuas

esperanto - Gajan Kristnaskon

finlandês - Hyvää joulua

francês - Joyeux Noël

inglês - Merry Christmas ou Happy Christmas

italiano - Buon Natale

japonês - Merii Kurisumasu (adaptação de Merry Christmas)

mandarim - Kung His Hsin Nien

neerlandês - Prettig Kerstfeest

romeno - Sarbatori Fericite

russo - S prazdnikom Rozdestva Hristova

sueco - God Jul

ucraniano - Srozhdestvom Kristovym

Autor:
Joaquim de Andrade - Apologista, Pesquisador e Presidente do CREIA

Fonte: www.cacp.org.br


Complemento o artigo dizendo que não importa se Cristo nasceu dia 25 de dezembro, ou em Setembro, ou Outubro, ou em Abril, ou em qualquer outra data. Não importa árvores de Natal, Papai-Noel, presentes, etc. O importante é celebrar que Cristo veio ao mundo para nos salvar. Temos que celebrar esta verdade todos os dias de nossas vidas. Mas como o mundo inteiro paralisa nesta data com o intuito de confraternizar (a maioria com o preceito Cristão), aproveitemos para pregar o Evangelho e anunciar Jesus Cristo para todos que ainda não o conhecem. E nós, sendo Cristãos, celebremos com todo amor no coração que Cristo veio para nos salvar, independente de datas específicas. Esta é uma ótima ocasião para pregarmos a palavra e anunciar à JESUS, principalmente para nossos familiares.

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." Is 9:6

Feliz Natal a todos!

Ruy Marinho
Blog Bereianos

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Pequenos conselhos para uma vida Cristã simples e vencedora!

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Não é somente na vida cristã, mas o ser humano procura conseguir seu equilíbrio emocional e sua coesão social.

Anote estes conselhos simples:


- Seja dependente de Deus o tempo todo. Deixe que Ele o guie, ouça as suas palavras e receba o seu amor.

- Não diminua o seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial. Não fixe seus objectivos com base no que os outros acham importante. Pergunte a Deus o que é importante para si.

- Continue a amar apesar das decepções passadas. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A melhor forma de manter o amor é perdoando e pedindo perdão.

- Dê valor e respeite o dia de hoje. Não deixe que a vida escorra entre os dedos por viver no passado ou no futuro. Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de sua vida.

- Não desista quando ainda é capaz de um esforço a mais. Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.

- Não tema admitir que não é perfeito. Na realidade ninguém é.

- Pergunte a Deus quais os riscos que deve enfrentar. Correr todos os riscos é ser idiota, correr os riscos depois de consultar a Deus é ser valente.

- Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.

- Não use imprudentemente o tempo ou as palavras, por ser impossível recuperar.

- A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo. Não corra tanto pela vida a ponto de esquecer onde está e para onde vai.

- E por último, saiba que a partir de hoje intercederei a Deus por sua vida. Espero poder contar com suas orações também.

Em Jesus, que nos une.

Obs.: Deixe seu nome e, se tiver, seu pedido de oração neste tópico. Vamos orar uns pelos outros. Se você sentir no coração, ore também pelos pedidos de oração de todos.
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Amanhã pode ser tarde para fazer a sua parte!

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"Se não fizermos a nossa parte agora,
Se quiser fazer amanhã, talvez não
dê mais tempo." Andressa Barragana.




Deixe seu comentário após assistir ao vídeo. Graça e Paz!
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Pregações Bìblicas Parte 1

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Olá irmãos. Estive meditando na Palavra sobre este Blog, e me veio a responsabilidade de estar postando também algumas mensagens Bíblicas para que possamos nos edificar também neste espaço. Se você quiser colaborar com alguma mensagem, envie-nos um email com o link da mesma: Email Bereianos

Segue abaixo algumas mensagens do Pastor Neil Barreto que, na minha opinião é um exemplo de pregador da Palavra de Deus. Então, momento de edificação para os Bereianos, aproveitem estas belíssimas mensagens. Examine as mesmas e retenha o que é bom, ok?



A Dinâmica da Dor.

A Dor como expressão de amor a Deus.

A Igreja Despersonalizada.

A Um Passo da Queda.

Aprendendo a Lidar com as Perdas.

A Dinâmica do Amor de Deus Jo3

Aprendendo com Tomé Jo20

Ansiedade e pecado Fp4

A verdadeira espiritualidade At5

Buscando Jesus em Vão Jo6

Conquistando o favor de Deus Mt15

Aprenda a dizer não Dn1

Convertei-vos At2

Deus nos conhece intimamente Mt17

Descanso e alívio - Direito em Cristo Mt11

Considerai Vosso Caminho Ag1

Deus X Lógicas Humanas Ec7

Não se Antecipe a Deus Gn 16

Jesus e as Carências Humanas Mc6

O Fracasso da Vitória Jz11

O Pão da Vida Jo6

O sofrimento que não se explica Jó22

Há Morte na Panela 2Rs4

Fabricando a própria forca Et5

O Que Pode me Dar Esperança Lm3

Vencendo a Inconstância Sl42

Orgulho do Evangelho, não da religião Rm1

Toma a tua Cruz Mt 16

Vai para tua Casa Mc5

Superando o dia mau Ef6

Um homem quase salvo Lc18

Tudo É Vaidade Ec1

Transcender Ir Além At16

Possibilidades e livramento Sl7

O Verdadeiro Amigo Mc2