Devemos Julgar?



Por Ruy Marinho
"Procuro alguém pra resolver meu problema, pois não consigo me encaixar nesse esquema, são sempre variações do mesmo tema, meras repetições. a extravagância vem de todos os lados, e faz chover profetas, apaixonados, morrendo em pé, rompendo em fé dos cansados....que ouvem suas canções... estar de bem com a vida é muito mais que renascer....deus já me deu sua palavra..e é por ela que eu ainda guio meu viver! Reconstruindo o que Jesus derrubou.. recosturando o véu que a cruz já rasgou.. ressuscitando a lei, pisando na graça, negociando com deus! No show da fé milagre é tão natural, que até pregar com a mesma voz é normal. nesse evangeliquês universal....se apossando dos céus...estão distante do trono, caçadores de deus ao som de um shofar. E mais um ídolo importado dita as regras para nos escravizar:
É proibido pensar !!!!!"

Gostei muito dessa música do grande João Alexandre, que foi muito feliz em seu novo cd "É Proibido Pensar" em abordar um tema tão necessário para a reflexão do povo de Deus. Recomendo o CD.

Nestes últimos dias o que mais nos deparamos é as heresias que estão sendo pregadas em muitas igrejas por aí. A cada dia ficamos mais indignados com tamanha distorção Bíblica, o Evangelho genuíno está sendo deixado de lado e sendo trocado por uma “teologia popular” voltada ao misticismo, aos modismos, as falsificações bíblicas e fetiches populares. Apóstolos, pai-póstolos, gurus gospel tem surgido por aí trazendo um "outro evangelho". A palavra de Deus em sua essência é trocada por modismos, por hierarquias eclesiásticas, por dinheiro e por interesses particulares destes "super crentes". São tantos "chofás proféticos" que não aguento mais tanta barulheira. É tanto "mantra gospel" que meus ouvidos já estão estourando, é tanto ré-plé-plé que meu senso de racionalidade clama por socorro! Quebra de maldições hereditárias onde o crente nunca se converte de verdade, seções de descarrego, sabonetes de arruda, rosa ungida, sal grosso... é tanto "copo d'agua consagrado" que dá até vontade de ir ao banheiro. Unções especiais, urros, gritos, histerias, regressões, encontros tremendos, pastores poderosos, super apóstolos. 

Diante de tudo isso, muitos Cristãos infelizmente tem se calado para tanta heresia, pois existe um conceito errado de que não devemos julgar nada, que não é o nosso papel estar julgando o que ocorre com estas pessoas, principalmente se vamos falar de algum “líder” que esteja em um comportamento que vai contra as escrituras. Resumindo, querem nos calar mesmo! Já não bastasse a perseguição contra os Cristãos que hoje em dia ocorre em muitos lugares no mundo, inclusive no Brasil, ainda temos que aguentar a distorção bíblica de que jamais deveremos abrir a boca de pastor x, apóstolo y, pois são os "ungidos de Deus". Nestes ninguém fala, até Davi foi repreendido pelo profeta Natan, mas estes líderes contemporâneos não podem ser repreendidos por algum erro ou heresia. É proibido pensar, é proibido julgar! Muitas mentes estão sendo cauterizadas por esta "nova doutrina".

Existem algumas passagens Bíblicas que muitos Cristãos têm interpretado erroneamente a respeito de julgamento. Meu compromisso nesta postagem é desmistificar e esclarecer ao Povo de Deus de que não devemos nos calar jamais, pelo contrário, devemos por obrigação exortar e lutar pelo Evangelho genuíno de Cristo, afinal, quem ama luta pela verdade, pois "O amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade". (1 Co 13:6).

A primeira passagem Biblica a ser analisada é talvez a mais usada para afirmar que nunca devemos julgar ninguém que esteja praticando e difundindo um erro ou algo que vai contra as Escrituras. Esta passagem é Mateus 7:1
“Não julgueis, para que não sejais julgados.”

Em primeiro lugar deixo claro que aqui JESUS claramente proíbe o julgamento. Mas a grande questão é se JESUS proíbe qualquer julgamento ou somente certo tipo de julgamento. O versículo 1 por si mesmo não nos dá uma resposta para esta pergunta. Por isso temos que aplicar uma regra fundamental para poder interpretar a Biblia. Analisar sempre o contexto da passagem citada para poder saber de que se trata a mesma, pois sabemos que texto fora de contexto é um pré-texto para formar até mesmo uma heresia.

Aqueles que citam esta passagem isoladamente para dizer que não devemos julgar ninguém e ser tolerante estão gravemente equivocados.

Para sabermos de que tipo de Julgamento JESUS proibiu nesta passagem vamos analisar o contexto:

“Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão” Mt 7:2-5

Analisando o contexto podemos ver claramente que JESUS proíbe especificamente o “julgamento hipócrita”. Jesus diz aos judeus no versículo 1 que eles não devem julgar. No versículo 2, ele dá a razão pela qual eles não devem julgar: o padrão que eles usam para julgar os outros será o mesmo padrão que os outros usarão para julgá-los. Eles não devem ignorar seus próprios pecados, enquanto condenando os mesmos pecados nos outros. Fazer isto é julgar com um “padrão Duplo”, ou seja, julgar hipocritamente.

Não é hipócrita condenar o irmão por uma pequena falta, ou mesmo tentar ajudá-lo a sobrepujá-la, quando você mesmo é culpado de uma falta maior? Esta é a grande questão que JESUS estava colocando diante do povo nesta passagem.

Note que o pecado dos dois pecadores (a pessoa e seu irmão) é o mesmo em dois respeitos. Primeiro, é o mesmo em natureza: em ambos os casos um pedaço de madeira estava no olho da pessoa. Segundo, ambos estão atualmente pecando: o pedaço de madeira estava no olho deles naquele momento. A diferença entre as suas faltas é somente uma de tamanho: um pedaço é pequeno, e o outro é grande. É hipocrisia alguém cujo pecado é maior condenar alguém cujo pecado é menor, sendo em ambos os casos o mesmo tipo de pecado (vs 5). Em outras palavras, uma mulher que está abortando um feto de oito meses não está na posição de repreender um homem que mata um caixa de banco, e o homossexual não está na posição de criticar infidelidades num casamento homossexual!

Mateus 7:1, de acordo com o seu contexto, não proíbe todo julgamento e intolerância, mas somente o julgamento e intolerância hipócrita. De fato, ele requer de nós que, após nos arrependermos dos nossos próprios pecados, condenemos o pecado do irmão como pecado, e ajudemo-lo a se voltar dele.
“tira primeiro a trave do teu olho” , diz Jesus, “e então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão”. Mt 7:5

Jesus ordena uma intolerância genuína, e não hipócrita, do pecado que o irmão comete.

Outra passagem bastante utilizada é João 8:7-11. O contexto é a história da mulher que foi pega no próprio ato de adultério e trazida a Jesus pelos escribas e fariseus. No versículo 7, Jesus diz aos escribas e fariseus: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra”. No versículo 11 ele fala para a mulher: “Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais”. Os defensores da tolerância usam estas palavras para argumentar que ninguém deveria condenar outras pessoas, pois não é melhor que elas.

Embora explicaremos o que significa julgar em maior detalhe mais tarde, estendamos por ora que, quando alguém julga, ela dá um veredicto: Culpado ou inocente. Após ser julgada, a pessoa é sentenciada: A pessoa culpada é condenada (sentenciada ao castigo) e a inocente é liberta. O ponto é que julgar e condenar são duas coisas distintas, relacionadas, mas não idênticas.
Tendo isso em mente, note que Jesus de fato julga esta mulher, mas não a condena. Ao dizer-lhe “vai e não peques mais”, Jesus indica que ela tinha pecado. Em si mesma, a acusação dos fariseus estava correta, e Jesus julgou o pecado como sendo pecado. Isto mostra intolerância pela ação pecaminosa! Seguindo o exemplo de Jesus, devemos dizer aos pecadores que mostrem arrependimento genuíno não mais cometendo pecado.

Embora Jesus tenha julgado a mulher, ele não a condenou. Ela pode ir embora: ela não foi executada. O evangelho para o pecador penitente é:
Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.”­ ­Rm 8:1
Esta é a mensagem que Jesus dá à mulher; o próprio Jesus foi condenado por ela! Ele suportou o castigo que lhe era devido, para que ela pudesse ser livre!
A resposta de Jesus aos fariseus expõe o julgamento hipócrita deles no assunto (o propósito primário deles, certamente, não tinha nada a ver com a mulher; era pegar Jesus em suas próprias palavras. Todavia, Jesus sabia que os fariseus se orgulhavam da justiça própria deles, e respondeu à luz deste fato).
Os fariseus, Jesus Recorda-os, também eram culpados de pecado, e especificamente de adultério, quer físico ou no coração. Porque também não eram livres de pecado, também eram dignos de morte como ela. Assim, ao desejar saber que julgamento ela deveria ter recebido, eles revelaram sua própria hipocrisia e motivação errônea.
João 8:7 e 11 nos ensinam como tratar com outros que pecam. O versículo 11 nos ensina que devemos desejar o arrependimento do pecador; o versículo 7 nos ensina que não devemos fazer isso hipocritamente, nem com motivos errôneos ou de uma maneira imprópria. Contudo, a passagem não quer dizer que nunca devemos considerar as pessoas responsáveis por seus pecados ( isto é, julgar o pecado como sendo pecado).
Agora gostaria de colocar as passagens Bíblicas que nos ordenam julgar.
João 7:24
Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça”.
Outras passagens na Escritura nos ordenam positivamente a julgar. Uma passagem que nos diz isso claramente é esta citada acima. Ela se encontra no contexto da discussão de Jesus com os judeus que questionaram sua doutrina, e tinham-no acusado de ter um diabo (Jo 7:20) e de quebrar o dia do Sábado curando um homem (Jo 5:1-16). A eles Jesus diz: “Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça”. Ao dizer “não julgueis”, Jesus não pretende proibir o julgamento como tal, mas proibir certo tipo de julgamento, como a parte positiva deste versículo deixa claro. Podemos julgar, mas quando o fizermos, devemos julgar justamente.
O julgamento exterior e superficial – isto é, julgar simplesmente sobre base do que parece ser o caso, sem conhecer todos os fatos – é um julgamento imprudente, injusto e sem discernimento, que é contrário ao nono mandamento da lei de Deus. Deus odeia tal julgamento. O Julgamento justo é feito usando a lei de Deus como o padrão pelo qual discernimos se o que parece ser é o caso é realmente o caso.
1 Co 5
1 Coríntios 5 é um capítulo importante com respeito ao dever positivo de julgar. Primeiro, no versículo 3 Paulo declara, sob a inspiração do Espírito, que ele tinha julgado um membro da igreja em Corinto que estava vivendo no pecado da fornicação. Seu julgamento foi “seja entregue [tal pessoa] a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus”. Este é um julgamento ousado da sua parte.
Segundo, nos versículos 9-13, Paulo lembra aos santos do seu dever de julgar as pessoas que estão dentro da igreja, quanto a se eles estão obedecendo ou não a lei de Deus. Aqueles que alegam ser cristãos e são membros da igreja, mas que são julgados como sendo impenitentemente desobedientes a qualquer mandamento da lei de Deus (vs 9-10), devem ser excluídos da comunhão da Igreja. Paulo, sob a inspiração do Espírito, diz para a igreja não tolerar pecadores impetinentes.
Outras passagens:
Outras passagens também indicam que é nossa responsabilidade julgar. Jesus pergunta às pessoas em Lucas 12:57: “E por que não julgais também por vós mesmos o que é justo?”. Jesus repreende os escribas e fariseus em Mateus 23:23 e Lucas 11:23, dizendo: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém fazer essas coisas e não omitir aquelas”. Era o dever deles, de acordo com a lei, julgar – mas eles tinham falhado neste dever. Paulo orou para que o amor do filipenses “aumentasse mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção”. (Fl 1:9). Ele diz aos Corintos: “Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo”. (1 Co 1:15).
Os cristãos são solicitados a examinar tudo e reter o bem (1 Ts 5:21). Eles também são obrigados a provar se os espíritos são de Deus: "Irmãos, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas tem saído pelo mundo afora." (1 Jo 4:1)
Mesmo nas reuniões cristãs eles devem "julgar" o que ouvem: "Tratando-se de profetas, falem apenas dois ou três, e os outros julguem." (1 Co 14:29).
Os Crentes de Corinto receberam ordens para julgar imediatamente a imoralidade existente entre os seus membros (1 Co 5:1-8). Mesmo o estrangeiro de passagem não deve ser hospedado se for verificado que não se trata de uma pessoa alicerçada na verdadeira fé ( 2 Jo 10,11). E um anátema (maldição) deve ser proferido contra aqueles que apresentarem um tipo diferente de evangelho (Gl 1:9).

Conclusão:
Algumas passagens da Escritura parecem proibir o julgamento, enquanto outras claramente exigem isso. Estudando os contextos daquelas que parecem proibir o julgamento, descobrimos que o que é proibido não é realmente o julgamento em si, mas sim um tipo errôneo de julgamento. Deus odeia o julgamento hipócrita! Mas Deus ama o julgamento justo da parte dos seus filhos. Que ele ama isso é claro a partir do fato de ordenar que o pratiquemos, e de ter dado sua lei como um padrão pelo qual podemos cumprir tal mandamento.
Portanto, é dever de todo Cristão Julgar! Mas este "julgar" não significa fazer injúrias, calúnias ou fofocas sobre a pessoa que está no erro. Se vemos que alguém está se desviando do Evangelho ou pregando heresias, o nosso objetivo principal deve ser alertar, repreender, exortar e conduzir o pecador ao arrependimento e a restauração. Caso a disciplina seja indispensável, ela deve ser feita com seriedade, amor e tristeza, sempre objetivando o arrependimento, e não a condenação eterna do pecador. E com muito temor também, afinal, não somos pessoas perfeitas e ninguém deve ser julgado ou condenado injustamente. E também é nosso dever estar alertando ao Corpo de Cristo sobre determinadas heresias que porventura continuam a ser pregadas e os autores da mesma não querem dar ouvidos.
“Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado.” Gl 6:1
“Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina, pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se a fábulas.” 2 Tm 4:2-3
"Aventura-se algum de vós, tendo questão contra outro, a submetê-lo a juízo perante os injustos e não perante santos? Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, soi, acaso, indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos? Quanto mais as coisas desta vida!. Entretanto, vós, quanto tendes a julgar negócios terrenos, constituís um tribunal daqueles que não têm nenhuma aceitação na igreja. Para vergonha vo-lo digo. Não há, porventura, nem ao menos um sábio entre vós, que possa julgar no meio da irmandade?" 1Co 6:1-5
Créditos: alguns textos retirados do livro:
"Julgar, o dever do Cristão" – Rev. Doug Kuiper
Clique aqui para baixar o livro completo.


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7 comentários

Christiane Moraes mod

Concordo. Faço minhas as suas palavras. Exatamente o que ocorre em várias, em inúmeras igrejas na atualidade.
A Palavra avisa de que teríamos SEDE da VERDADEIRA PALAVRA de Deus nos últimos tempos. Isso o que eu sinto. Sede da VERDADEIRA PALAVRA DE DEUS sendo pregada e principalmente vivida pelos chamados "Anjos da Igreja". Socorro,Jesus!!!

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Concordo também.
Tanto o é que Deus fala para Timóteo

"20 Aos que pecarem, repreende-os na presença de todos, para que também os outros tenham temor.".
(I Timóteo 5; 20)
Isso acerca dos presbíteros/pastores/bispos.
Infelizmente, muitos não fazem uso dessa palavra, e acabam por terem medo dos "ungidos do Senhor", permitindo-lhes fazerem o que quiserem da maneira que quiserem, transformando uma parte do Corpo de Cristo em um CLUBE SOCIAL, e não em uma parte da Igreja Universal do Senhor Jesús. Tantos líderes que não dão a mínima aos irmãos!
Eu tenho uma dúvida a respeito também dessa palavra: Já que Paulo ensina a Timóteo a repreender os pastores "na cara", quem era Timóteo? quero dizer: qualquer irmão tem esse direito? Eu tenho dúvidas de que Timóteo poderia ser um bispo, já que o próprio Paulo não recomenda bispos novos ("neófito" = novato; I Tímóteo 3; 6) e que eles sejam casados (I Timóteo 3;2), e que, AO QUE ME PARECE (a mim), Timóteo era novo e parecia ser solteiro. Ele era então um Profeta na Igreja? Minha dúvida então é: só alguém com "autoridade" pode fazer isso? e so as outras "autoridades" numa igreja serem condescendentes com os erros, o que fazer? só os pastores ou profetas tem esse direito, de denuciar os erros dos bispos?

Obrigado a todos vocês!
Conheci esse blog através do blog da Estrangeira sobre os dízimos e acabei "ficando por aqui" também! rsrs.
Deus abençoe a todos vocês.

Shalom ve-Chachmah

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Graça e Paz da parte de nosso Senhor Jesus Cristo!!

Elogio e agradeço por tal postagem, é realmente necessário abrir os olhos e as mentes dos nossos irmãos sobre um assusnto tão sério como esse. Já baixei o livro citado como fonte para um estudo mais aprofundado.
Mais uma vez obrigado, e a partir de agora estarei sempre por aqui.

Que Deus te abençoe mano, até a próxima!!

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Graças a Deus por este texto.Estou a sofrer na pele não só este "novo evangelho" mas a indiferença com que fui tratada exactamente por tentar alertar que algo está a "fugir" do ensino das Escrituras.Há três meses me vi obrigada a afastar-me da minha congregação (Baptista). Tendo o pastor conhecimento de tudo quanto se está a passar (extra Biblia)nas convenções ,alianças e associassões com quem cooperamos,depois de uma sessão de igreja o pastor ponderar representar a igreja num culto ecumênico,( votamos não) eu e mais três irmãos achamos por bem conversar com o pastor e perguntar porque não sair destas alianças visto estarem a apostatar, ao que ele respondeu se no´s assim o quizessemos ele deixaria igreja imediatamente.Foi um choque
ele mesmo diz ser contra as "modernices", mas por amor aos irmãos não podemos separar-nos pois o Senhor Jesus pregou a união e não a separação,isto causou divisão e uma longa conversa de questões Biblicas, o que o deixou enfurecido, pois além de não estarmos a obedecer ao pastor, estávamos a julgar os outros, por muito que nos respaldacemos na Biblia dizendo que apenas julgamos erros de um novo ensino e não erros humanos, apenas vimos um homem que não reconheciamos,perguntei então, se não deviamos ser como os Bereanos, ele respondeu que isso era naquele tempo devido ao passado de Paulo, e que nós estaávamos a fazer uma "birra" e a tentar espanlhar espinhos e abrolhos na igreja.Foi impossivel continuar a comungar nesta congregação, os irmãos que lá estão, cada Domingo saiem chorosos dos cultos, primeiro porque estiveram comigo na reunião com o pastor, depois porque as pregações são o amor aos irmãos, a comunhão, missões, solapando verdades Biblicas para promoverem amor humanos com tudo e todos, o pùlpito é usado para "ripar" em quem já lá não está, tratando-me como lingua peçonhenta, sou o exemplo usado para a falta de amor, prega que em vez de estarmos preocupados em ser advogados de Deus deviamos obedecer amando o proximo como a nós mesmos,tudo quanto tentei alertar foi deturpado ao ponto de dizer que satanás tentou meter a pata na seara santa, tudo porque ele entendeu que o nosso alerta foi o julgar irmãos.Dou graças a Deus por ter lido esta postagem, todos os versiculos que aqui estão expostos foram o confronto que tivemos com ele.Obrigada.
Que Deus Abençõe.
MARANATA!

Responder

Nossa era exatamente isso que eu estava procurando, você estava falando no ínicio de perseguição ai me lembrei de coisas que acontecem comigo as vezes, quando vou fazer um comentário a respeito dos em-vão-gélicos vem perseguição de tudo quanto é lado, mas não é de impios não é de crentes defensores desses ungidos de gezuiz é dificl demais e um versiculo que eles usam muito é Mt 7,1 bem colocado agora vou saber me defender dos advogados dos pai-postolos, apaixonas e muitas outras invencionices gospel.
Paz do Senhor fica com Deus

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Opa, Ruy.

Gostei muito do texto e também do livro completo do Rev. Doug Kuiper. Contudo tem uma passagem que eu não vi ser abordada e que me deixa com dúvidas. O trecho está em Tiago 4: 11-12, que diz: "Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz. Um só é Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer; tu, porém, quem és, que julgas o próximo?". Como devemos interpretar este trecho a luz de que não podemos ser tão tolerantes quanto muitos dizem.

Abraços, no amor fraternal de Cristo.

Cláudio Neto
antesqueaspedrasclamem.blogspot.com

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Anônimo mod

HÁ UM LUGAR ONDE A VERDADE HABITA E TODOS OS MAIS IMPORTANTES CONHECIMENTOS QUE UM SER HUMANO NECESSITA E ESTE LUGAR É O VERDADEEMFOCO.COM.BR E O VERDADEEMFOCO.COM.BR VAI MUDAR MUITAS E MUITAS COISAS QUE VOCÊ ACREDITA.

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