O mundo acessa o Blog Bereianos.

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É com muita alegria que eu gostaria de deixar registrado algumas participações internacionais no Blog Bereianos.

No mês passado (fevereiro-2009) foram inúmeras visitas de vários países, entre eles, destaco alguns:

Estados Unidos - Portugal - Inglaterra - Peru - Japão - Espanha - Itália - Argentina - França - Canadá - Colômbia - Índia - Malásia - Angola - Romênia - Suécia - Holanda - Chile - Suíça - Arábia Saudita - Indonésia - Rússia - México - Philipinas - Bélgica - Tailândia - Costa Rica - Haiti - Venezuela - Equador - Paraguai - Uruguai - África do Sul - Austrália - Nicarágua - Singapura - Taiwan - Finlandia - Grécia - Honduras - Bulgária - Trinidad Tobago - República Dominicana - Israel - Egito - Turquia - Porto Rico - Guiana Francesa.

Para todos deixo um grande abraço e sejam sempre bem vindos ao Blog Bereianos.

Se você mora em alqum desses países, peço se possível que deixe registrado neste post o seu nome completo e cidade onde reside.


Grande abraço, em Cristo!
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Refutação ao apostolado contemporâneo [Parte 7]

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Continuação...

7ª Análise: Atos 3:21 – Esta passagem se refere à Restauração dos Apóstolos e Profetas nos dias de hoje?

"O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio."

Talvez este seja o texto mais utilizado na Bíblia em que os defensores do apostolado contemporâneo utilizam para defender a tão chamada "restauração apostólica". Eles dizem que: a "restauração de todas as coisas" significa a restauração dos apóstolos e profetas. Com isso, dizem que esta passagem seria profética para o ressurgimento dos mesmos, pois tais dons haviam sido perdidos durante a história da Igreja por causa da "incredulidade e da tradição da Igreja". (fonte da afirmação: http://fundamentoapostolico.blogspot.com ).

Porém, após uma análise exegética correta nesta passagem, veremos facilmente que esta interpretação dos mesmos está totalmente fora de contexto do sentido original.

Quando o Apóstolo Pedro disse "aos tempos da restauração de tudo", ele se referia exclusivamente à volta de Jesus. A "restauração" nesta passagem é o "cumprimento" ou "estabelecimento" das profecias ditas pelos profetas (Isaías 34:4; 51:6; 65:17; etc), ou seja, a consumação do reino na volta de Jesus.

Em nenhum lugar nas escrituras encontraremos algum versículo que afirme que os apóstolos e profetas seriam restaurados nos últimos dias, nem no tão utilizado texto de Joel 2:28-31 em que os defensores do apostolado contemporâneo insistem em dizer que seria uma profecia para esta suposta restauração (Clique aqui para ver a refutação referente a esta passagem).


Alguns comentaristas dizem que esta restauração seria a do povo de Israel, da nação Israel, tendo em vista sobre o que é tratado no contexto (clique aqui para entender o contexto). Porém, tal restauração será cumprida "somente" na volta de Jesus Cristo.

Vejamos o que alguns dos melhores e renomados comentários Bíblicos dizem a respeito desta passagem:

É verdade que a messianidade de Jesus ainda não havia sido reconhecida fora da igreja, e não o seria enquanto ele não voltasse. No entretempo, o Senhor deve ficar no céu: "convém que o céu o contenha", não como se gozasse uma espécie de aposentadoria, mas ei-lo governando a igreja e o próprio mundo até os tempos da restauração ("tempos" é tradução literal; talvez Pedro tenha usado o plural a fim de transmitir a idéia de que o evento ainda estaria muito longe; cp. v. 20) "tempos da restauração de tudo" [por Deus]. Num sentido sumamente importante, a renovação de todas as coisas já havia começado com a primeira vinda de Jesus — e até mesmo antes, com a chegada de João Batista (cp. Malaquias 4:5s.; Mateus 11:14; 17:11). Todavia, o pensamento aqui é o da consumação do reino na volta de Jesus. Esta mensagem havia sido proclamada por Deus há muito tempo por meio de todos os seus profetas (cp. v. 18; Isaías 34:4; 51:6; 65:17; etc).

Fonte: Novo Comentário Bíblico de Atos - David J. Williams



Outro comentário:

Até aos tempos da restauração de todas as coisas (21). Em lugar de restauração (reintegração) leia-se "estabelecimento" ou "cumprimento". O sentido é: "até ao tempo em que tudo quanto Deus falou pelos profetas tiver sido cumprido".

Fonte: O Novo Comentário da Bíblia - F. Davison



Portanto, concluímos que não há absolutamente nada neste texto que indique alguma restauração preliminar de apóstolos e profetas antes da vinda de Jesus Cristo. É totalmente equivocado basear-se nesta passagem para afirmar que a mesma atesta a "restauração apostólica".

Continua a série de refutações nas próximas postagens...

Veja as postagens anteriores desta série de refutações, clicando aqui!


Ruy Marinho
Fonte: [ Bereianos ]

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A Bíblia de Judas Iscariotes

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A BÍBLIA DE JUDAS ISCARIOTES


Todo mundo conhece de cor e salteado a história de Judas Iscariotes ─ personagem marcante, que fazia parte do grupo seleto dos doze que Cristo escolhera para o seu ministério aqui na terra. Judas estava no meio dos discípulos, mas o seu projeto visava mais o reino daqui de baixo, cujo deus se chama “Mamon”. Foi ele o articulador do mais audacioso plano religioso-comercial daquela época ─ o da venda de Cristo por trinta valiosas moedas de prata”.

Jesus escolheu Judas, para ser o contraponto da mensagem de um Reino que não era desse mundo, justamente por saber que o seu futuro traidor, era por demais, ligado a área monetária, e porque não dizer: a área do enriquecimento ilícito. Judas, o discípulo da prosperidade terrena, deve ter considerado Simão Pedro um otário ou imbecil, pois, realizara a tolice de deixar a sua empresa de pesca para seguir o Mestre dos mestres.

Judas, ao vender o seu Mestre, naturalmente deve ter imaginado: “Puxa, fiz um grande negócio ao trocar Jesus por estas trinta moedas. Ele não é bobo, quando estiver às vésperas da condenação, como Filho de Deus, fará o maior milagre de todos os tempos: fulminará todos os seus algozes instantaneamente ─ e assim, eu terei unido o útil ao agradável ─ além de rico, participarei como mentor maior de um futuro reino, em Jerusalém”.

Raffaele Mertes, diretor do filme lançado em 1999, sobre a história do traidor, mostra um Judas frustrado e visivelmente abalado, ao constatar que Jesus, em seus últimos momentos de vida, não usara os seus poderes Divinos para libertar-se dos seus algozes. Judas ao ver seu sonho terreno cair por terra, desesperançado, toma a decisão trágica de se enforcar.

Hoje, num momento conturbado de nossa história, alguns discípulos interesseiros estão resgatando a mensagem e o projeto de Judas, ao expor nas prateleiras das livrarias gospel do nosso país, bíblias de preços exorbitantes, com títulos reluzentes, como algodão-doce-colorido que faz a festa da criançada, para enganar as incautas ovelhas que não examinam as Escrituras Sagradas. Estão usando o mesmo método de Judas: vendendo o produto “cristo”, para engordar os seus paraísos terrenos.

Comentários, que são verdadeiros atos de profanação, estão sendo acrescentados nos rodapés das páginas do Livro Sagrado, com o mesmo propósito espúrio de que foi movido Judas: fazer de Cristo um produto para uso e abuso dos marajás de um reino terreno e fugaz.

Essa bíblia de cunho financeiro, que muito bem poderia ser denominada “Bíblia de Judas Iscariotes”, tem elementos e caracteres básicos para ser diferenciada das demais. Senão vejamos:


─ Ela não estimula pregar a Palavra, e sim vendê-La.

─ Ela não estimula a ser mais crente, e sim a ter mais crentes.

─ Ela não estimula a ser mais prudente, e sim mais astuto.

─ Ela não estimula o crescimento interior, e sim o exterior.

─ Ela não estimula a pacificação, e sim a competição.

─ Ela não preconiza o sofrer por amor da justiça, e sim a gozar com o fruto da injustiça.

─ Ela não preconiza a transparência, e sim a aparência.

─ Ela não oferece jugo suave, e sim juros pesados.

─ Ela não promete aflição, e sim comissão.

É preciso que fiquemos de prontidão, pois, o anticristo sutil que deturpa a Palavra para fins mundanos, já está entre nós, como foi predito lá em I João 4 , 3: “[...] Este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e agora já está no mundo”.

Créditos: Levi B. Santos
Fonte: [ veSHAME Gospel ]

Para ler mais sobre esta Bíblia, clique aqui!
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Unção do des(carrego).

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Clique na imagem para ampliar

Mandinga gospel... Unção do descarrego? "7 vezes" não obrigado, já tenho a "única" unção do Espírito Santo quando me tornei nova criatura em Cristo.

RM
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Preconceito! Um dos pecados cinicamente ocultos na Igreja

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Se perguntarmos às pessoas sobre o que acham da Igreja evangélica, é claro que ouviremos várias opiniões a respeito. O fato é que existem alguns problemas que não são percebidos de forma tão aparente. Quanto a isso, podemos citar o desastroso envolvimento político, as jogadas denominacionais, o tratamento diferenciado para com os pobres e o que não se pode deixar de ressaltar é o racismo existente nos grupos.

Devido à institucionalização das comunidades evangélicas, surge uma grande necessidade de poder. Muitos querem cargos que lhes possam projetar como pessoas importantes e os elevar a um status respeitável entre os demais. Entender isso não é nada fácil, pois a comunidade cristã deveria primar por posturas mais adequadas. Entretanto, sabemos que esse desejo desenfreado pelo poder é fruto da queda, do pecado que não sai de nossa natureza, ainda que sejamos livres dele.

Todavia, resultante dessa ambiciosa característica, existe um processo de estratificação funcional que coloca as pessoas nos lugares sem lhes dar chance de crescimento. Nesse desenvolvimento mundano, vemos muitas comunidades cristãs envolvidas, podendo notar uma diferença às pessoas com melhores condições financeiras ou com vários títulos.

O que não dizer do preconceito racial na Igreja evangélica brasileira? Quantas histórias verídicas ouvimos de pessoas que foram tratadas com desprezo só por serem negras. O interessante é que muitas comunidades, em suas origens, tiveram um grande apoio dos negros.

Um dia, conversando com uma irmã, pude ver quanto o preconceito está introjetado nas mentes dos crentes. Ela me fez a “sábia” pergunta: “Depois de nós, os brancos, de onde surgiram os negros?” Então, eu lhe respondi de forma socrática, ou seja, perguntando: “Mas quem lhe disse que foram os brancos, que surgiram primeiro?” Ao passo que ela tomou um grande susto e perguntou: “Mas, não foi? Quem lhe garante? É bem possível que tenha sido diferente. Ou talvez, não.” Percebi que aquela irmã nunca tinha, como muitos que estão lendo esse artigo, refletido com estas categorias. Isto porque seu preconceito já estava tão interiorizado que ela achava que, por ser branca, já era superior. Para ela, os negros só podiam ter vindo depois.

Mas isto não é tão grave quanto um texto que lí certa vez de um escritor de uma denominação histórica. Ele dizia que a maldição de Caím era a cor negra. Quando lí o artigo, na companhia de um amigo que também não era negro, fizemos logo a pergunta: “Mas a maldição de Caím, dentro desse pensamento absurdo, não poderia ser a cor branca?” A conclusão que chegamos foi que aquele escritor e pastor – que, aliás, havia sido o nosso professor no seminário, estava cheio de racismo e não merecia nossa atenção.

Anos se passaram e as coisas parecem não ter mudado. Quantos líderes de nossas denominações são negros? Quantos missionários norte-americanos que trabalham no Brasil são negros? Quantos? Dá para contar nos dedos.

Existe um ensino que vem da “Teologia da Prosperidade” que reforça a posição racista nas igrejas evangélicas. Os pastores que abraçaram essa teologia apregoam que uma pessoa branca deve casar com outra da mesma etnia, da mesma cor, bem como uma pessoa negra deve casar com outra negra. Será que não dá pra dizer que isso é uma opção pessoal? Porque se não é possível afirmar isso, só podemos chegar à conclusão que há racismo nessas proposições. E é um racismo da pior espécie – se é que existe racismo pior ou melhor, pois usam a Palavra de Deus para difundir conceitos incoerentes de segregação.

A Igreja brasileira precisa rever essa postura já! Não se pode admitir um comportamento como este. Será que esse posicionamento não é pecado? Posso dizer que sim. Afinal, Cristo nos fez um. Negros, brancos, índios – somos um só corpo e ponto.

É triste ver que no Sul do nosso grandioso País há igrejas que não aceitam a liderança de pessoas negras. Ver comunidades cristãs, formadas por descendentes de russos, nórdicos, alemães, holandeses, italianos etc., com dificuldades causadas por racismo, desmontando todo o arcabouço e o argumento dos evangélicos.

Que Igreja que estamos mostrando? Uma comunidade terapêutica? Ou um lugar de opressão? Que tipo de Igreja queremos ser?

Na carta de Tiago, há uma exortação angustiante para aqueles que não se libertaram do racismo: “Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. (…) Porque o juízo é sem misericórdia para aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tiago 2. 1 e 13). Que esse pecado velado e “oculto” não faça parte de nossas vidas nem se nomeie entre nós. Amém !.

Fonte: [ Caminho Cristão ]

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Telenganadores e telenganados

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O triunfalismo e a teologia da prosperidade continuam sendo usados para enriquecer telemissionários, teleapóstolos, telebispos e telepastores (que não pregam o evangelho de Cristo, poder de Deus para salvar os pecadores), os quais (aqui e na outra América) estão na mídia 24 horas por dia enganando os teleincautos.

Sabe qual é a telenovidade?
Os telenganadores estão cobrando por mensagens enviadas ao celular dos telenganados! A moda agora é vender “palavras de vitória” por R$ 0,10. Parece pouco, mas imagine milhões de pessoas recebendo pelo menos cinco mensagens por dia!

O problema
é que os teleagraciados, quando se cansam das mensagens triunfalistas — do tipo auto-ajuda barata —, encontram grande dificuldade para se livrarem da assinatura... Realmente, os telenganadores sabem explorar muito bem o lado interesseiro do ser humano (Jo 6.60-69) e sua ingenuidade.

Por que a maioria
dos telepregadores não pregam o verdadeiro evangelho de salvação? Porque não querem perder a sua fonte de lucro. Eles têm como motivação o dinheiro e a fama; e por isso fazem qualquer negócio (2 Co 2.17). Valendo-se de palavras fingidas, como diz a Palavra de Deus, são capazes até de negar aquEle que os resgatou (2 Pe 2.1-3; Ef 5.5; 1 Tm 6.8-10).

Infelizmente
, como disse o Senhor, nos tempos do Antigo Testamento, “... andam enganando o meu povo, dizendo: Paz, não havendo paz... Vós me profanastes entre o meu povo... mentindo, assim, ao meu povo que escuta a mentira” (Ez 13.10-19). Enfim, só há telenganadores por que existem muitos teledesconhecedores da Palavra de Deus. Na defesa do evangelho (de acordo com Filpenses 1.16 e Tito 1.10,11, etc.).

Autor: Ciro Sanches Zibordi


Fonte: [ Blog do Ciro ] Via [ Púlpito Cristão ]

Nos dias atuais, o "cristianismo via celular" está virando moda, já existe o discipulado via celular e também inventaram um serviço "prático" para conversar com Deus via celular. Cada vez menos relacionamentos Cristãos pessoais e mais virtualismo, e o povo pensa que isso é "ser Igreja". Está longe de ser a verdadeira Ekklesia.
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Com a Bíblia nas mãos.

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O vendedor Thiago Pessana foi surpreendido duas vezes anteontem à tarde. A primeira surpresa desagradável foi ter o interior do carro furtado. A segunda, o visual do ladrão. Ele usava calça e camisa sociais, com uma Bíblia em mãos, para cometer o delito, na quadra 3 da rua Antônio Alves, no Centro.

Segundo consta no boletim de ocorrência, Pessana estacionou o veículo no local e, passados alguns minutos, ouviu o alarme do carro disparar. Chegou a tempo de ver o indivíduo fugir. Na correria, o autor do furto qualificado deixou cair o toca-CDs. Quando a vítima se aproximou do carro, viu que a porta lateral esquerda do Corsa havia sido arrombada. O ladrão fugiu com sua carteira.

O vendedor soube que, naquela região, outros carros também foram furtados. Ele suspeita que o autor se passe por fiel para não chamar atenção. Pessana comentou com a reportagem que o viram abrindo a Bíblia como se a estivesse lendo próximo ao seu veículo. Logo na seqüência houve o furto.

Fonte: [ Jcnet ] via [ PavaBlog ]

As aparências enganam, cuidado quando for levar seu carro para "ungir com óleo"...
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Ghost Busters

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Disk-Capeta: será que ele atende em São Paulo ?

Fonte: [ UOL ] Via: [ PavaBlog ]

É cada uma...

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Avivamento insípido, país doente.

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Texto: Daniel Grubba


Toda vez que via a igreja com gente "saindo pelo ladrão" logo pensava: "Isto que é avivamento!" Semelhantemente quando um novo censo do IBGE constatava o crescimento carismático pentecostal; ou até mesmo, quando alguns profetas teatralizavam aqueles atos proféticos cheio de signos e símbolos, que carregavam em si mesmo o poder imediatista da mudança do país. Em outras ocasiões, gritos exagerados de júbilo eram corneteados em ovação pública quando o empolgado pastor dizia: "Seremos a maior nação evangélica, este país será transformado!". É extasiante perceber que você faz parte de algo tão grandiosamente messiânico, é um exorcismo simbólico da crise de inferioridade tupiniquim.


Os anos passam e o fervor dos zelotes é suprimido pela força das contrariedades. Nos tornamos os céticos joão-batistas, investigadores da missão de homem de Nazaré. "És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?" (Lucas 7 : 20). Entretanto, há aqueles que a semelhança de Judas, de tão decepcionados tentam forçar uma barrinha, e acreditam de todo coração poder arrancar do cordeiro de Deus um rugido de leão. Neste caso, o fim todos sabem; suas vísceras tornar-se-ão um espetáculo macabro. Os fins não justificam o meio.


Eis abaixo uma constatação perturbadora do bispo Anglicano Robinson Cavalcanti:


O pentecostalismo que nos chegou não foi o da ala negra da rua Azuza, com sua visão social, mas o da ala branca, com seu isolacionismo, sua ascese extra-mundana e sua escatologia pré-milenista pessimista. Com o passar do tempo, permaneceu apenas o conceito de pecado individual e de uma ética individual da santidade negativa (não fazer o mal) — e não da santidade positiva (fazer o bem) — legalista, moralista, sem os conceitos de pecado social e pecado estrutural, e ética social. A teologia da libertação, racionalista, enfatizaria esses últimos às custas dos primeiros, e, por fim, a teologia liberal pós-moderna, relativista, e amoral, negaria ambos. A “batalha espiritual” reforçaria a alienação e a teologia da prosperidade seria a face religiosa do neoliberalismo capitalista. O neo-pós-pseudo-pentecostalismo não prega conversão e santidade, mas neo-indulgências e sessões de descarrego. Do novo nascimento ao sabonete de arruda tem sido um longo caminho, por onde passam os sócios “evangélicos” dos escândalos da República. Uma igreja insípida não salga nem salva um país enfermo.

Fonte: [ ]
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O poder sedutor da mídia "gospel".

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Por Levi Bronzeado

Desde os anos sessenta, os EUA, como capital mundial das celebridades e como pátria da fabricação de imagens em quantidade e velocidade nunca vista, vêm exportando para nosso país o movimento gospel neo-pentencostal. Esse tipo de manifestação tomou um impulso extraordinário nos últimos dias, tanto lá como aqui, nas terras de D. João VI, encontrou terreno fértil para propagar as suas ideias, e, como uma epidemia incontrolável, vem se alastrando, contaminando os não vacinados, com o vírus maléfico da sedução, que transformou o símbolo da cruz, em passaporte para o “reino interno”.

Essa indústria de entretenimento religioso tem anestesiado as massas, e sobre elas, têm causado um impacto assustador. O seu objetivo (está claro), não é de pregar e ensinar as verdades existentes na mensagem de Cristo, e sim, o de fazer unicamente a propaganda da fé.

Os programas empacotados trazidos dos EUA empanturram e saturam as almas que procuram apoio espiritual para suas agruras. Nunca se viu tantas celebridades e estrelas gospel, subindo e descendo dos palcos dos templos, para dar o seu recado mercadológico de diversão, conforto, e conveniência ou prazer, que mais parecem emanações fantasmagóricas.

Como é que tantos, passam horas e horas escutando mentiras, promessas de prazeres rasteiros num grau sem precedentes?

Ah! Como esses líderes midiáticos sabem tão bem amarrar as suas vítimas nas engrenagens mortais de suas máquinas. Será que a única coisa que consola o sofrimento desse povo, é a diversão? Na mídia gospel se sabe que o entretenimento forma hábitos. Na busca de excitação, as pessoas podem tolamente imaginar que a posse de objetos, as tornarão mais felizes. E o que fazem: deixam de ver o único caminho possível para a salvação ─ a devoção cristã.

Lembro-me agora, do que li sobre o famoso cantor e compositor Americano, Bruce Springsteen. Acostumado a fazer shows para centenas de milhares de pessoas, ele sempre falava esse refrão gospel diante da multidão em delírio: “Não posso lhe prometer a vida eterna, mas posso lhe prometer a vida bem AGORA”. Eis aí, a nobre promessa da mídia gospel. Quando Bruce, através de seu ministério do “rock’n’roll”, gritava para uma imensa platéia enlouquecida, os seus fãs respondiam com um trovão de vozes, retribuindo-o no mesmo espírito. O vínculo do fã com a estrela gospel é o mesmo do torcedor fanático com o seu time.

Eu me pergunto: Por que eles nomeiam de “poder divino” ou “avivamento do alto”, esses excessos de sentimentos que raiam à beira da loucura? Por que não ser fã de um ídolo gospel, hoje, é o mesmo que nadar contra a maré? Maré essa, constituída por congressos e reuniões onde se debatem os últimos sermões e obras das celebridades importadas, todos usando devidamente suas estrelas no peito, como marcadores de distinção.

Onde está o senso crítico dessa gente? Como é que se deixa ser levada por essa espúria “facticidade sacrossanta”? Como é que eles se realizam, absorvendo os produtos de ilusão dessa fábrica de manufaturas “inspirituais”? Como se deixam ser subjugados pela lengalenga vazia dos pesadelos gospel? Como se deixam passivamente ser sugados pelos “vampiros de almas” que assolam as igrejas de nosso país?

Fonte:[ Ensaios e Prosas ] via [ Púlpito Cristão ]
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