
Nota do editor: Nas últimas três décadas, tanto políticos conservadores como políticos liberais escreveram uma grande quantidade de perigosas besteiras sobre a igreja e o Estado. Esta estupidez está começando a afetar a política de governo e os gastos das rendas de impostos. Recentemente, William Bennett, Secretário da Educação, defendeu o suporte financeiro governamental para escolas Católicas Romanas, e os conservadores defenderam programas de fiação para canalizar fundos governamentais para escolas religiosas. Este escritor esteve presente em uma conferência nacional de diretores de escolas Cristãs em Washington, D. C., no início deste ano e ouviu um orador (que não era um Cristão, nem um diretor de escola) opor a legislação ante o Congresso baseando-se em que os subsídios federais sob a legislação não poderiam ser canalizados para creches religiosas. Dentro dos últimos meses, William F. Buckley, Jr. foi convidado para se dirigir em uma grande convenção do Conselho Internacional de Inerrância Bíblica quanto ao assunto da impossibilidade de separar a igreja do Estado. E por último, mas não menos importante, a agenda de pelo menos alguns dos “Cristãos Reconstrucionistas” pareciam incluir o uso da autoridade civil para manter a ortodoxia entre a população.
No meio desta confusão contemporânea, nós apresentamos Charles Hodge, que foi chamado de “O príncipe dos Teólogos Americanos.” Hodge foi talvez o mais influente teólogo Presbiteriano do século dezenove, um instrutor no Seminário de Princeton por décadas, e o autor de muitos livros, incluindo seus três volumes de Teologia Sistemática.[1] Seus ensaios apareceram originalmente na Princeton Review em 1863. São agora tomados de um livro recentemente relançado de ensaios por uma variedade de autores e editado por Iain Murray, A Reforma da Igreja.[2]
No meio desta confusão contemporânea, nós apresentamos Charles Hodge, que foi chamado de “O príncipe dos Teólogos Americanos.” Hodge foi talvez o mais influente teólogo Presbiteriano do século dezenove, um instrutor no Seminário de Princeton por décadas, e o autor de muitos livros, incluindo seus três volumes de Teologia Sistemática.[1] Seus ensaios apareceram originalmente na Princeton Review em 1863. São agora tomados de um livro recentemente relançado de ensaios por uma variedade de autores e editado por Iain Murray, A Reforma da Igreja.[2]






